O Diretor Executivo da Ryanair, Michael O’Leary, foi visto a jantar num restaurante de Navan, na Irlanda, num momento que rapidamente saltou para as redes sociais do espaço. A visita decorreu com normalidade, embora o jantar e a conta acabem por dar tema de conversa pela forma como tudo terminou.
A brincadeira na fatura
Ao perceberem quem era o cliente, os funcionários do Luvida Restaurant decidiram acrescentar “extras” humorísticos ao talão, inspirados no universo da aviação. A conta, apelidada de “Terminal 1”, listava linhas como “extra leg space”, “priority booth seating” e “quiet area reservation”, reproduzindo a lógica de serviços adicionais. Não é conhecido se Michael O’Leary pagou esses itens, mas posou para fotografias com a equipa antes de sair, conta o jornal inglês Express.
O restaurante publicou depois uma mensagem de agradecimento nas redes sociais, sublinhando que foi “um prazer” receber o executivo. Na mesma publicação, reforçou a nota bem-disposta sobre os “extras” adicionados à fatura, mantendo o tom leve e cordial.
Uma marca habituada a “extras”
A Ryanair é conhecida por praticar tarifas base baixas e por cobrar serviços complementares, estratégia muitas vezes abordada com humor nas suas próprias contas de redes sociais. Essa identidade comunicacional ajuda a explicar a confiança do restaurante em adotar uma abordagem descontraída no momento de emitir a fatura.
Entre as cobranças habituais da companhia estão lugares com mais espaço para as pernas, seleção de assentos e políticas rígidas para bagagem. O CEO da Ryanair é frequentemente associado a decisões sobre preços, mas neste caso o jantar e a conta ganharam protagonismo por outro motivo.
Check-in no aeroporto pode custar até 62 euros
Paralelamente, a transportadora tem recordado os passageiros de que o check-in no aeroporto implica uma taxa entre 35 e 62 euros por pessoa. Uma família de quatro elementos pode, assim, enfrentar um custo imediato de 250 euros apenas para efetuar o check-in presencial.
A exceção aplica-se aos clientes com tarifa Flexi Plus, desde que a reserva tenha sido feita no site ou na aplicação da Ryanair. A companhia aconselha, por isso, a concluir o processo online para evitar despesas adicionais no dia do voo.
Prazos do check-in online
Segundo as regras em vigor, o check-in online abre 60 dias antes da partida para quem comprar um lugar marcado. Para quem optar por lugar aleatório gratuito, o check-in abre 24 horas antes do voo e encerra duas horas antes da descolagem.
O episódio no restaurante termina como uma nota de humor em torno de uma figura pública e de uma marca habituada a discutir “extras”. Para os passageiros, a mensagem prática permanece: planear o check-in com antecedência pode evitar surpresas na conta.
Leia também: Validade do passaporte vai mudar em 2026: saiba de quanto em quanto tempo terá de o renovar
















