Adormecer ao volante é uma realidade que, segundo a General Tranquilidade, pode afetar qualquer condutor, independentemente da experiência ou distância a percorrer. A sonolência tende a surgir de forma silenciosa, muitas vezes quando se acredita que o corpo ainda aguenta mais alguns quilómetros. A minima distração pode ser determinante, e um acidente pode ocorrer num ápice.
De acordo com a mesma fonte, a sonolência não é exclusiva a longas viagens em auto-estrada, podendo acontecer em pequenos trajetos de rotina, sobretudo se o condutor não dormiu o suficiente ou enfrenta turnos irregulares.
Sinais silenciosos que não devem ser ignorados
Os primeiros sinais de alerta podem ser subtis: pestanejar em excesso, dificuldade em manter os olhos abertos e lapsos de memória quanto ao caminho já percorrido. Muitos condutores subestimam estes indicadores, considerando-os normais ou passageiros.
Ignorar tais sinais potencia o risco de acidentes graves, sendo o adormecer ao volante uma das principais causas de desvios da estrada e colisões traseiras, conforme a fonte acima citada.
Horários e perfis de risco mais elevados
Os condutores mais vulneráveis são os profissionais do transporte rodoviário, trabalhadores por turnos e pessoas que sofram de distúrbios do sono.
Conduzir entre a meia-noite e as seis da manhã aumenta exponencialmente o risco de adormecer ao volante.
Longas horas consecutivas de condução sem pausas agravam a fadiga e tornam inevitável a luta contra o sono, que, a certa altura, acabará por vencer, explica a fonte acima.
Estratégias eficazes para prevenir o risco
Há medidas práticas que devem ser adotadas antes de iniciar uma viagem para evitar acidentes. Dormir entre sete a oito horas na noite anterior é uma das principais recomendações para reduzir a probabilidade de adormecer ao volante.
Explica o site que: “conduzir com menos de cinco horas de sono pode ter um efeito ‘semelhante’ a conduzir sob o efeito de álcool”.
Durante o percurso, fazer pausas de quinze minutos a cada duas horas é crucial para recuperar o estado de alerta.
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Acções imediatas em caso de sinais de sonolência
Refere a General Tranquilidade que, ao detetar sinais de sonolência, o condutor deve parar imediatamente num local seguro, descer do veículo, alongar as pernas e, se possível, dormir uma sesta curta de cerca de vinte minutos. Estas são algumas práticas que podem evitar consequências sérias.
Recorrer a bebidas com cafeína pode oferecer um alívio temporário, mas não substitui o descanso real.
Tecnologia e ajuda de terceiros como complemento
Viajar acompanhado ajuda a dividir a condução e a manter uma conversa que distraia o cérebro do sono, e muitos veículos recentes possuem de sistemas de alerta de fadiga.
Conforme a General Tranquilidade, estas ferramentas e estratégias devem ser encaradas como complementos e não como alternativas ao sono de qualidade.
Impacto na segurança rodoviária e estatísticas actuais
De acordo com a General Tranquilidade, “o cansaço causado pela privação de sono contribui para cerca de 20% dos acidentes de viação”.
Reduzir este número depende da consciência individual e de políticas de prevenção mais ativas.
Campanhas de sensibilização podem ser determinantes para relembrar que não há substituto para o repouso.
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