A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu, esta quinta-feira, dois inquéritos com o objetivo de apurar as circunstâncias relacionadas com as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira, ocorridas enquanto aguardavam por socorro.
Em comunicados relativos aos dois casos, a IGAS refere que os processos têm “como objeto a qualidade dos serviços prestados” aos utentes “na perspetiva da prontidão”, visando igualmente a investigação dos factos associados às ocorrências.
Esta quinta-feira, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos confirmou à Lusa que uma mulher que estava em paragem cardiorrespiratória morreu na quarta-feira na Quinta do Conde, em Sesimbra, após esperar mais de 40 minutos por socorro.
O caso foi avançado pela Rádio Renascença e é o terceiro esta semana de alegado atraso no socorro, depois da morte de um homem no Seixal, que aguardou três horas por uma ambulância, e de um outro em Tavira, em Faro, que esteve mais de uma hora à espera de socorro.
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