Parece que viver, nem sempre resulta fácil, não é?
No entanto, olhar para o passado com gratidão e olhar para o futuro com esperança e acreditando no melhor, podem ser pontos de referência que nos ajudam a caminhar com mais firmeza.
Ainda assim, acredito que o mais importante é olhar o presente – e sobretudo – vivê-lo.
Vivê-lo em gratidão, aceitação e alegria, pois é neste presente, neste agora, neste instante, enquanto me lês, que a vida acontece e te foca na atualidade daquilo que sentes, vês, respiras e és.
Cultivar em nós a segurança e o foco num ambiente interno equilibrado e harmonioso abre as portas à flexibilidade e à humildade, necessárias para o crescimento interno, consciente e emocional, assim como também, para o âmbito relacional, social e tudo aquilo que faz parte de nós.
Acreditar em nós e nas nossas capacidades e convicções não é ser arrogante, é ser motivados e seguros. Porém, é importante manter a mente aberta a outras opiniões, exemplos e possibilidades, em definitiva: sermos flexíveis.
Sempre ouvi dizer: “nem oito, nem oitenta”. E é mesmo!
O ponto de equilíbrio nem sempre é fácil de atingir ou manter, mas torna-se importante consegui-lo e viver alinhado nele.
Aprendi isto na força da necessidade de mudar ‘algo’ em mim. Viver o dia a dia pensando sempre no amanhã, ou pondo culpas no passado em nada me ajudava a concentrar-me no que podia fazer por e para mim.
Tomar consciência da importância de parar no momento presente, focando-me e agradecendo pelo que tenho, sinto e sou ajudou-me a reconhecer o meu poder de escolha sobre a minha vida e o rumo que queria dar-lhe.
Nem sempre é fácil fazer a escolha de olhar para o nosso interior mais íntimo e profundo, e ‘despir-nos’ de egos engrandecidos, mas esse caminho de humildade trará a nós a calma, a claridade e o entendimento que precisamos para largar o que já não nos faz falta e disponibiliza-nos a fazer o que é necessário para continuar em frente de forma mais consciente e madura.
Penso que todos estamos capacitados para fazer frente às mais variadas situações, posicionares-te no teu agora, com tudo o que isso implica pode ser o primeiro passo para te conheceres e começares a viver em `presença´ e completude.
O segredo – acredito eu – está em acreditar nisso.
Gratidão!
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