Já arrancou um dos programas mais emblemáticos e acarinhados da Rede Nacional de Centros Ciência Viva. O “Ciência Viva no Verão” regressa com uma edição alargada que promete envolver milhares de participantes de todas as idades em atividades ao ar livre, entre 15 de julho e 15 de setembro, de norte a sul do país, incluindo os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
As inscrições, que abriram esta segunda-feira, 8 de julho, às 15:00, registaram uma adesão impressionante. Logo no primeiro minuto, inscreveram-se 344 pessoas. Ao fim de cinco minutos, o número já ultrapassava os 1.800 inscritos e, ao final da primeira hora, o total ascendia a 4.400 participantes. As inscrições continuarão abertas durante todo o verão.
A decorrer há 29 anos — aniversário celebrado no passado dia 1 de julho —, o programa mantém o seu objetivo central: convidar os cidadãos a passar parte das férias de verão em contacto com a ciência, em ambientes naturais e descontraídos.
Nesta edição de 2024, o Ciência Viva no Verão oferece mais de 430 ações em todo o território nacional, cobrindo áreas tão diversas como biologia, geologia, astronomia, arqueologia, engenharia, agronomia ou ecologia. As atividades são orientadas por investigadores, professores, técnicos especializados e divulgadores de ciência, provenientes de instituições de ensino superior, associações científicas, museus, câmaras municipais e empresas parceiras.
Com um forte carácter educativo e lúdico, o programa procura aproximar o público do trabalho científico e estimular a curiosidade de forma inclusiva e acessível. A coordenação geral está a cargo da Rede de Centros Ciência Viva, que conta, este ano, com mais de 120 entidades parceiras na organização das ações, promovidas num ambiente informal, em plena natureza, parques, praias, rios, serras ou observatórios astronómicos.
O “Ciência Viva no Verão” é, assim, uma oportunidade única para mergulhar no conhecimento de forma participativa e para descobrir, em família ou com amigos, os bastidores da ciência que se faz em Portugal.
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