Um simples aviso afixado no portal de um prédio acabou por gerar polémica nas redes sociais e dividir opiniões entre vizinhos e utilizadores da internet. Em causa estão os latidos constantes de um cão e a resposta sarcástica do respetivo dono.
Tudo aconteceu numa comunidade de vizinhos onde um morador decidiu expor publicamente o seu descontentamento. No aviso, colocado de forma bem visível na entrada do edifício, lia-se em destaque “aviso importante”. No texto, o vizinho pedia ao proprietário “do cão que ladra e chora no terceiro andar” que tomasse “medidas urgentes para resolver a situação”, de acordo com o jornal digital espanhol HuffPost.
Queixa por ruído constante
Segundo o autor do aviso, o barulho seria contínuo e estaria a afetar seriamente a convivência e o descanso no prédio. O texto referia ainda que, caso o problema persistisse, seria avaliada a possibilidade de apresentar queixa junto da administração.
O apelo terminava com a frase “Esperamos uma pronta solução”, demonstrando o cansaço face à situação.
Resposta irónica do dono do cão
A resposta não tardou. O dono do animal escreveu diretamente no cartaz, a marcador e em letras grandes: “Já o sacrificámos. Obrigado!”
A mensagem rapidamente chamou a atenção de quem vive no edifício. A imagem do cartaz acabou por ser partilhada na rede social X por um utilizador identificado como @vsjackk, alegadamente vizinho, acumulando centenas de milhares de visualizações e milhares de interações, de acordo com a mesma fonte.

Comunidade dividida
A publicação gerou um debate aceso, de acordo com o HuffPost. De um lado, surgiram comentários a defender que ninguém é obrigado a suportar latidos constantes do cão, sobretudo após um dia de trabalho. Alguns utilizadores argumentaram que viver em apartamento implica respeitar regras de convivência e evitar ruído excessivo.
Do outro lado, houve quem defendesse o proprietário do cão, lembrando que viver num prédio pressupõe tolerância a ruídos quotidianos, incluindo animais de estimação. A situação acabou por transformar um conflito local num debate mais amplo sobre limites de ruído, responsabilidade dos donos de animais e convivência em espaços partilhados.
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