“Recolher onde sobra e entregar onde falta”, este continua a ser o lema do Banco Alimentar Contra a Fome do Algarve, que realizou mais uma campanha solidária de recolha de alimentos nos dias 31 de maio e 1 de junho.
Durante esta iniciativa, foram angariadas 120,24 toneladas de géneros alimentares, distribuídas entre 128 superfícies comerciais e dois armazéns. Os alimentos recolhidos começarão a ser distribuídos ainda esta semana a 130 instituições de solidariedade social, apoiando cerca de 15.000 pessoas com carências alimentares comprovadas, seja através de cabazes, seja com refeições confecionadas.

O presidente do Banco Alimentar do Algarve referiu, em comunicado, que “esta campanha solidária conseguiu reunir centenas de voluntários, que contribuíram para o sucesso da iniciativa”. Nuno Cabrita Alves sublinhou que “os desafios atuais, que empurram cada vez mais famílias para uma situação de pobreza, exigem maior união e é necessário lembrar que todos podem ajudar a instituição durante todo o ano”.
“Em nome do Banco Alimentar do Algarve, agradeço a todos os voluntários que este ano se juntaram a esta causa. O trabalho que temos desenvolvido, bem como futuras iniciativas, estão a ser divulgadas nas nossas redes sociais e podem ser acompanhadas por todos os interessados a colaborar”, frisou ainda o responsável.

Para quem não teve oportunidade de participar diretamente na recolha de alimentos, a campanha “Ajuda Vale” continua ativa até ao dia 8 de junho. Estão disponíveis vales nas caixas dos supermercados, com códigos de barras específicos para os produtos a doar.
Além disso, é possível contribuir online durante todo o ano através do portal www.alimentestaideia.pt. Para apoiar o núcleo regional, é necessário selecionar o Banco Alimentar do Algarve no momento da doação. Existe ainda a possibilidade de contribuir através do MB Way, para o número +351 913 738 587, escolhendo o valor a doar.
Esta nova campanha reforça a importância da solidariedade comunitária e do envolvimento cívico de toda a população na luta contra a fome no Algarve.
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