As inscrições para o voto antecipado em mobilidade nas eleições presidenciais começam hoje, 4 de janeiro, e prolongam-se até quinta-feira, dia 8. Os eleitores que pretendam exercer este direito podem organizar a sua participação antecipada, marcando presença numa mesa de voto no município escolhido, uma semana antes da eleição marcada para 18 de janeiro.
A campanha presidencial arranca também este domingo, estendendo-se por todo o país, segundo o site oficial de informações eleitorais, votoantecipado.pt.
Prazo e locais para inscrição
De acordo com a mesma fonte, os interessados devem manifestar a sua intenção entre 4 e 8 de janeiro, podendo fazê-lo online ou por correio.
É necessário indicar o município onde pretende votar e fornecer dados pessoais básicos, como nome completo, data de nascimento, número de identificação civil, morada correspondente ao recenseamento eleitoral, contacto telefónico e, sempre que possível, endereço de correio eletrónico.
Procedimento no dia do voto
Segundo a mesma fonte, no dia da votação, o eleitor deve dirigir-se à mesa de voto selecionada, munido de documento de identificação e indicando a freguesia onde está recenseado. Cada município do continente e das Regiões Autónomas terá uma mesa dedicada a este tipo de voto.
O procedimento prevê que o eleitor receba um boletim de voto e um envelope branco, assinale a sua escolha, dobre o boletim em quatro e coloque-o no envelope, fechando-o de seguida.
Este envelope é inserido noutro azul, no qual são indicados o nome, número de identificação civil e a freguesia de recenseamento do votante.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) garante que este envelope é fechado e protegido com uma vinheta, cujo duplicado serve de recibo ao eleitor.
O que acontece se não votar antecipadamente
Caso se inscreva no voto antecipado em mobilidade e não consiga comparecer, o eleitor mantém o direito de votar no dia oficial das eleições, 18 de janeiro, na assembleia ou secção de voto correspondente ao seu recenseamento.
O vencedor destas eleições sucederá a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016, cujo mandato termina em março de 2026.
Se nenhum candidato obtiver maioria absoluta, está prevista uma segunda volta a 8 de fevereiro, na qual participarão apenas os dois candidatos mais votados.
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