A Via Verde tornou-se, ao longo das últimas décadas, uma das marcas mais presentes na mobilidade em Portugal, associada à rapidez nas portagens, ao pagamento automático e a serviços que simplificam várias deslocações do dia a dia. A empresa assinala agora 35 anos de existência com um reconhecimento simbólico: o termo “Via Verde” passou a integrar o dicionário Infopédia, da Porto Editora, confirmando a entrada da expressão no léxico oficial da língua portuguesa.
Segundo o dicionário, “Via Verde” é definida como “sistema eletrónico que simplifica e agiliza a cobrança automática de valores devidos pela utilização de infraestruturas e/ou serviços, tais como portagens e estacionamento, entre outros”.
A inclusão no dicionário reflete a forma como a marca deixou de ser apenas o nome de um serviço e passou a representar, no uso comum, uma ideia de rapidez, fluidez e simplicidade. Em Portugal, a expressão é hoje facilmente reconhecida por diferentes gerações, de acordo com o portal especializado em economia e negócios Marketeer.
Uma inovação criada em Portugal
A Via Verde foi criada em 1991 pelo Grupo Brisa e fez de Portugal o primeiro país do mundo a implementar uma rede integrada de portagem eletrónica. O sistema permitiu pagar portagens sem parar, mudando a experiência de condução nas autoestradas nacionais.
Ao longo de três décadas e meia, o serviço evoluiu bastante. Aquilo que começou como uma solução para pagamento automático de portagens transformou-se numa plataforma de mobilidade com vários serviços associados.
Da portagem ao estacionamento e à mobilidade elétrica
Atualmente, a Via Verde vai além das autoestradas. A marca permite pagar estacionamento urbano em mais de 60 municípios, carregar veículos elétricos, aceder a ferries, pagar abastecimentos e utilizar outros serviços complementares através do ecossistema Via Verde.
Muitos destes serviços estão disponíveis através da aplicação Via Verde, que passou a concentrar várias soluções ligadas à mobilidade, procurando facilitar pagamentos e acessos em diferentes momentos do quotidiano, de acordo com a fonte anteriormente citada.
Reconhecimento visto como marco pela empresa
“Ao longo de 35 anos, a Via Verde construiu um percurso assente na inovação, na facilidade e na agilidade. A entrada no dicionário é mais do que um reconhecimento simbólico, é um marco que reflete a capacidade de evoluir de um serviço funcional para uma referência no dia a dia, que agora faz também parte da cultura popular e da linguagem dos portugueses. Inevitavelmente, este reconhecimento reforça também a responsabilidade de continuar a antecipar necessidades e a desenvolver soluções que simplifiquem a vida dos utilizadores”, refere Eduardo Ramos, CEO da Via Verde, citado em comunicado.
A empresa é detida a 100% pelo Grupo Brisa e está presente em todos os sistemas de cobrança eletrónica de portagens em Portugal. A sua cobertura ultrapassa os 3.000 quilómetros de rede, consolidando a presença da marca nas deslocações nacionais.
Uma marca ligada ao quotidiano dos portugueses
A entrada no dicionário Infopédia confirma o peso cultural que a Via Verde alcançou desde 1991. O reconhecimento surge num momento em que a marca procura afirmar-se não só como um sistema de pagamento, mas também como uma plataforma mais ampla de serviços de mobilidade.
Para muitos condutores, a expressão “Via Verde” deixou de estar associada apenas à passagem pela portagem, de acordo com a Marketeer. Hoje, representa também uma forma mais rápida e simples de aceder a vários serviços, desde o estacionamento ao carregamento elétrico.
















