A Festa do Caracol regressa entre os dias 21 e 24 de maio com uma nova identidade e um novo espaço, passando a realizar-se no Parque de Lazer das Figuras, em frente ao Fórum Algarve.
Promovida pela União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro), a iniciativa pretende reforçar a componente solidária, inclusiva e comunitária do evento, mantendo o caracol como principal símbolo gastronómico da festa.
Com entrada livre, a festa decorre entre as 18:00 e as 23:00 na quinta-feira e domingo, prolongando-se até à meia-noite nas noites de sexta-feira e sábado.
Segundo a organização, esta nova edição foi pensada para “aproximar ainda mais as pessoas, reforçar a componente solidária do evento e criar uma verdadeira festa comunitária, aberta a todo o concelho”.
Evento aposta em solidariedade e sustentabilidade
A componente de restauração será assegurada sobretudo por cinco instituições apoiadas pelo evento: MAPS, ARPI, Paróquia de São Pedro, Paróquia da Sé e Comunidade de São Paulo-Patacão.
Além dos tradicionais caracóis, haverá petiscos variados e opções vegetarianas e vegan “para que nada falte a ninguém”.
O recinto contará ainda com uma zona infantil, espaços de venda de bijuteria, malas artesanais e roupa transformada através da “Konceito R”, reforçando a aposta da União das Freguesias na sustentabilidade e na identidade de Ecofreguesia.
A organização garante igualmente condições de acessibilidade, com instalações sanitárias adaptadas e acessos preparados para pessoas com mobilidade reduzida.
Música e movimento associativo em destaque
A música terá um papel central ao longo dos quatro dias, com atuações de Martim Fernandes, Grupo Gerações, Valter e Canário e Cristiano Martins, além de uma noite dedicada aos anos 80 com o DJ Nuno Silva e uma sessão de kizomba.
Uma das novidades será também a criação de um espaço associativo destinado a dar visibilidade ao movimento cultural, desportivo e social do concelho de Faro.
Segundo a presidente da União das Freguesias de Faro, Paula Matias, “o que se pretende com esta nova identidade e dinâmica é reforçar a componente solidária do evento, tornando-o verdadeiramente inclusivo e aberto a toda a comunidade”.
A autarca acrescenta ainda que o objetivo passa por “auscultando os feedbacks do passado e acertando um ou outro detalhe que beneficie a experiência de quem nos visita e de quem connosco o torna possível”.
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