O aumento do custo de vida em Portugal tem levado muitos a procurar alternativas mais económicas para férias ou mesmo para mudar de país. De acordo a revista Women’s Health, especializada em lifestyle, há um país onde é possível viver confortavelmente com apenas 13 euros por dia.
Trata-se do Nepal, situado entre a Índia e o Tibete, com Katmandu como capital e uma cultura milenar que atrai nómadas digitais e viajantes à procura de experiências fora do comum.
Custos de habitação acessíveis
Segundo a mesma fonte, a média de despesas diárias no Nepal permite manter um estilo de vida relativamente confortável. A moeda local é a rúpia nepalesa, e um euro equivale a cerca de 145 rúpias.
Para ter uma ideia, a renda de um apartamento médio com três quartos no centro de Katmandu ronda os 220 euros por mês, ligeiramente acima do rendimento mensal médio da população, que não ultrapassa os 200 euros.
Quem pretende investir em propriedade deve contar com um preço por metro quadrado de aproximadamente 1.230 euros na capital.
Despesas do dia a dia e alimentação
No dia a dia, os custos de eletricidade, aquecimento, água e ar condicionado mantêm-se baixos, não ultrapassando os 25 euros mensais. Comer fora também é económico: restaurantes simples servem refeições por menos de dois euros.
De acordo com a mesma publicação, esta combinação de baixos custos de habitação e alimentação torna viável a vida com um orçamento diário reduzido, algo difícil de encontrar em muitos países.
Limitações e desafios de viver no Nepal
Apesar das vantagens financeiras, viver no Nepal implica alguns desafios. A água potável é escassa e frequentemente contaminada, e a eletricidade falha de forma recorrente mesmo na capital.
As cidades enfrentam níveis elevados de poluição, o que representa um problema adicional para quem pretende residir por longos períodos.
Segundo a Women’s Health, é importante ponderar estas questões antes de decidir mudar-se ou prolongar uma estadia no país.
De forma geral, o Nepal apresenta-se como um destino de baixo custo com forte apelo cultural e turístico. Para viajantes ou nómadas digitais, permite estender a estadia sem grandes preocupações financeiras, mantendo ainda contacto com uma cultura diversa e tradições milenares.
















