A Federação dos Bombeiros do Algarve reelegeu por unanimidade os seus órgãos sociais para o triénio 2026–2029, durante a Assembleia Geral realizada esta segunda-feira, 16 de fevereiro. Os dirigentes agora reconduzidos tomaram posse de imediato, iniciando funções no próprio dia.
A Mesa da Assembleia Geral continuará a ser presidida por Ana Paula Martins, presidente da Câmara Municipal de Tavira. A Direção mantém-se sob liderança de Steven Sousa Piedade, presidente da Associação Humanitária de Bombeiros de Faro – Cruz Lusa, enquanto o Conselho Fiscal será presidido por Adelino Soares, adjunto do presidente da Câmara Municipal de Loulé.
No discurso de tomada de posse, Steven Sousa Piedade destacou como prioridade estratégica a valorização da missão dos bombeiros algarvios, defendendo “o reforço do apoio aos operacionais através da promoção de formação especializada e da dinamização de atividades relevantes para o setor.” Entre as medidas apontadas, foi ainda salientada “a intenção de reativar o Dia Regional do Bombeiro.”
O presidente reafirmou “o compromisso da Federação em continuar a promover a coesão e valorização das mulheres e homens que integram os corpos de bombeiros da região, nomeadamente através da realização de campanhas regionais de sensibilização dirigidas à população, com o objetivo de reforçar o reconhecimento da importância do setor e a necessidade de melhores condições para o exercício da atividade.”
No plano estratégico, a estrutura regional assume também como prioridade o reforço do recrutamento. A Federação dos Bombeiros do Algarve indica que pretende apostar “na promoção de campanhas de divulgação da missão dos bombeiros junto da comunidade, com especial enfoque na sensibilização dos jovens, visando o recrutamento de novos elementos.”
Em termos institucionais, Steven Sousa Piedade reiterou “a determinação da Federação em continuar a lutar pela criação de uma carreira de bombeiro, considerada fundamental para a valorização e reconhecimento da profissão.”
Foi ainda reafirmado “o compromisso de prosseguir o diálogo com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), com vista ao ressarcimento efetivo das despesas suportadas pelas entidades que dispõem de Postos de Emergência Médica, responsáveis pela disponibilização deste serviço essencial à população.”
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