A JSD/Algarve manifestou publicamente satisfação com o lançamento do concurso público para a construção do novo Hospital Central do Algarve, considerando que a decisão do Governo liderado pelo PSD constitui um passo relevante para responder a uma das principais carências estruturais da região na área da saúde.
A estrutura regional da juventude social-democrata sublinha que o novo hospital permitirá uma melhoria significativa na resposta do Serviço Nacional de Saúde no Algarve, tanto para a população residente como para a população sazonal, contribuindo para cuidados mais adequados, modernos e diferenciados.
Hospital visto como eixo estruturante da saúde e da formação
Segundo a JSD/Algarve, “o novo Hospital Central do Algarve permitirá melhorar de forma significativa a prestação de cuidados de saúde aos algarvios, colmatando falhas estruturais do Serviço Nacional de Saúde na Região, reduzindo tempos de espera e garantindo cuidados mais diferenciados, modernos e adequados às necessidades de uma população permanente e sazonalmente cada vez maior”.
A organização acrescenta que esta infraestrutura será igualmente determinante para a valorização e captação de profissionais de saúde, criando melhores condições de trabalho e maior capacidade de fixação de médicos, enfermeiros e outros técnicos. Paralelamente, permitirá reforçar “a vertente académica e formativa no Algarve, nomeadamente na área da Medicina e de outras ciências da saúde, promovendo uma formação de maior qualidade e contribuindo para a fixação de jovens qualificados na Região”.
No mesmo comunicado, a JSD/Algarve sublinha que “o projeto do Hospital tem um simbolismo particular, não só pela dimensão do investimento envolvido e pelos anos em que esteve adiado, mas também por se pretender que venha a ser o coração de uma nova rede de saúde no Algarve, integrado numa reforma estrutural da Região”.
A juventude social-democrata recorda ainda que esta construção é algo que “a JSD Algarve vem propondo, inclusivamente através da sua defesa na Moção de Estratégia Global aprovada em Congresso e entregue em mãos à então cabeça de lista às eleições legislativas da AD pelo Algarve, Maria da Graça Carvalho, hoje ministra do Ambiente e Energia”.
Acrescenta que se trata, acima de tudo, “de um momento de justiça para com os algarvios, que aguardam há mais de 20 anos por esta infraestrutura, depois de terem assistido à colocação de várias ‘primeiras pedras’ e a sucessivos anúncios que nunca se materializaram em obra concreta”.
A JSD/Algarve afirma ainda estranhar “as críticas do Partido Socialista no Algarve a este processo, alegando atrasos, quando foi precisamente o PS, enquanto Governo, que ao longo de vários anos não conseguiu executar este projeto”, considerando que tal revela “alguma falta de humildade pela incapacidade de fazer, pelo menos, mea culpa sobre o estado a que se chegou”.
“O Algarve tem, hoje, motivos para ter esperança. Uma política da esperança vale a pena. Celebremos e avancemos”, conclui a estrutura regional da JSD.
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