O Holy Meat Festival regressa a Monte Gordo no próximo dia 1 de maio, após uma primeira edição esgotada, reforçando a sua identidade ligada à gastronomia tradicional e aos produtos locais.
O evento, idealizado por Samuel da Rosa, inspira-se no conceito Slow Food, valorizando a cozinha feita com carvão e lenha enquanto elemento cultural e de convívio.
A edição de 2026 assume-se como uma iniciativa centrada no território algarvio, reunindo chefs, produtores e projetos gastronómicos da região.
Evento reúne chefs e produtores do Algarve
Mais de dez chefs algarvios participam nesta edição, que pretende destacar o melhor da gastronomia regional, com foco na sazonalidade e na utilização de ingredientes locais.
Segundo a organização, o objetivo passa por “valorizar os produtos do território e promover a identidade gastronómica do Algarve”, numa abordagem que alia tradição e contemporaneidade.
Experiência cruza gastronomia, cultura e comunidade
Para além da vertente culinária, o festival propõe uma experiência que integra cultura e convívio, promovendo a partilha em torno da cozinha de fogo.
A iniciativa reforça também a ligação à Dieta Mediterrânica, entendida como base cultural e alimentar da região, evidenciando práticas tradicionais e sustentáveis.
Projeto ganha projeção além-fronteiras
O crescimento do festival já ultrapassou o Algarve, com a realização de uma edição em Cartaya, em Espanha, que despertou o interesse de meios de comunicação daquele país.
Para a organização, este percurso demonstra o potencial do evento enquanto “ativo cultural e turístico” com capacidade de projeção internacional.
Música e animação marcam o Dia do Trabalhador
Sob o lema “SMOKE · FIRE · MEAT · MUSIC”, o evento inclui cozinha ao vivo, música e diversas atividades de animação, num ambiente pensado para diferentes públicos.
A iniciativa contribui ainda para a dinamização de Monte Gordo, assinalando o Dia do Trabalhador com uma proposta que alia gastronomia e entretenimento.
Os bilhetes estão disponíveis por lotes, com preços entre os 20 e os 35 euros, permitindo o acesso a uma experiência que pretende equilibrar qualidade e acessibilidade.
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