A Comuniqa, nova agência de marketing e comunicação sediada no Algarve, foi lançada por Catarina Rochinha, assinalando a sua transição do universo corporate para o digital.
A fundadora explica que a decisão de criar a empresa fora de Lisboa representa uma opção estratégica, defendendo que pretende “provar que talento, estratégia e negócios com ambição não têm de estar concentrados nos grandes centros – e que o Algarve pode ser mais do que turismo, tornando-se também um território de novas ideias, novas linhas de negócio e empreendedorismo com futuro”.
Com 15 anos de experiência em marketing e comunicação, em áreas como liderança, eventos e gestão de marca, Catarina Rochinha combina agora o percurso empresarial com uma presença consolidada no digital, onde reúne cerca de 70 mil seguidores nas várias plataformas. A criadora produz conteúdos sobre aceitação corporal, igualdade de género, inclusão LGBTQIA+ e saúde mental, integrando essa visão no posicionamento da nova agência.
Segundo a própria, “no corporate aprendi a construir estratégia. No digital aprendi a construir relação. A Comuniqa existe para juntar as duas coisas: comunicar com propósito, mas com performance.”
Estratégia, cultura e resultados
A Comuniqa atua nas áreas de estratégia, redes sociais, storytelling e produção de conteúdos, dirigindo-se a marcas que procuram uma comunicação mais humana, culturalmente alinhada e orientada para resultados, a partir de Faro para todo o país.
Catarina Rochinha destaca ainda o papel do ecossistema regional no arranque do projeto, referindo o apoio da ANJE Algarve como relevante na concretização da empresa na região. O seu percurso foi distinguido a nível nacional nos Prémios Lusófonos da Criatividade, com dois Bronze nas categorias Best Use of Influencers in Social Media e Social Responsibility in Social Media.
A agência assume-se como resultado da “colisão” entre corporate e digital, conjugando método estratégico, leitura cultural e conhecimento do ecossistema de criadores e comunidades. O objetivo passa por transformar briefings complexos em narrativas claras e conteúdo relevante, promovendo ligação, credibilidade e desempenho, do planeamento à execução.
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