Os sinais de alerta estão lançados nos Açores com a aproximação do furacão Gabrielle, que deverá atingir o arquipélago como sistema de categoria 1. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) já emitiu vários avisos meteorológicos para os diferentes grupos de ilhas, reforçando a necessidade de precaução.
O impacto mais severo deverá ser sentido nos grupos Ocidental e Central, ambos sob aviso vermelho. Nestas ilhas, esperam-se ventos fortes, que se esperam atingir entre os 150 km/h e os 200 km/h, precipitação intensa e agitação marítima significativa, com ondas de grande dimensão a atingir a costa.
Já o Grupo Oriental encontra-se em aviso amarelo, prevendo-se efeitos menos marcantes, mas ainda assim relevantes, de acordo com o site especializado em meteorologia Tempo.pt.
Primeiros sinais do furacão
Os primeiros sinais do furacão Gabrielle deverão ser sentidos no Grupo Ocidental nas últimas horas de quinta-feira. À medida que a madrugada de sexta-feira avança, o ciclone atingirá o Grupo Central, espalhando depois os seus efeitos ao Grupo Oriental, logo no início da manhã do mesmo dia.
No que toca à precipitação, as maiores acumulações estão previstas para a Ilha das Flores, no Grupo Ocidental. Quanto ao vento, será no Grupo Central que deverá soprar com mais intensidade, enquanto a agitação marítima deverá estender-se a todo o arquipélago, com especial destaque para as ilhas mais expostas a Oeste, refere a mesma fonte.
Fase crítica
A fase mais crítica do Gabrielle deverá prolongar-se até ao final da manhã de sexta-feira, com os tais ventos fortes que podem atingir os 200 km/h, com a expectativa de uma melhoria gradual das condições meteorológicas ao longo do dia. Apesar do abrandamento posterior, os efeitos iniciais exigem atenção redobrada das autoridades e da população.
Em Portugal continental
Já em Portugal continental, a passagem do Gabrielle deverá fazer-se sentir de forma mais suave. No domingo de madrugada, o sistema deverá chegar ao território, já enfraquecido, trazendo consigo chuva moderada, rajadas de vento mais frequentes e alguma agitação marítima, sobretudo no Centro e Sul, refere o Tempo.pt.
Este episódio reforça a vulnerabilidade dos Açores a fenómenos meteorológicos severos, que exigem uma preparação cuidada e uma resposta rápida para minimizar riscos e garantir a segurança das comunidades insulares.
















