Com a chegada do calor intenso, muitos portugueses começam a sentir dificuldades em manter as suas casas frescas. Os métodos tradicionais, como o ar condicionado, embora eficazes, representam um custo elevado na conta de eletricidade e obrigam a instalação com recurso a técnicos especializados.
Uma solução portátil que quer mudar ‘o jogo’
De acordo com a Eduka, está a surgir uma nova solução que promete fazer concorrência aos sistemas tradicionais. Este dispositivo portátil é pensado para arrefecer pequenos e médios espaços de forma rápida e eficiente, sem necessidade de obras ou instalações complexas, tornando-se numa alternativa prática para uso doméstico ou em pequenos escritórios.
O equipamento funciona através de um sistema de refrigeração por ar evaporativo, que combina um ventilador potente com um filtro húmido. O ventilador puxa o ar quente do ambiente e faz passar por um filtro embebido em água, que ao evaporar arrefece o ar antes de o devolver ao espaço.
Desta forma, acaba com o calor com um menor consumo energético do que o ar condicionado tradicional.
Portátil, silencioso e versátil
Segundo a mesma fonte, o equipamento pode ser utilizado em casa, em viagens, escritórios ou mesmo em tendas de campismo. Com um formato compacto e um funcionamento silencioso, o dispositivo foi pensado para ambientes onde não é possível ou viável instalar aparelhos fixos.
Além disso, este sistema pode funcionar ligado à corrente elétrica ou com bateria autónoma, tornando-o adequado para contextos onde não há acesso direto a tomadas ou quando ocorrem falhas de energia.
Outro fator destacado pela marca é a sua dupla funcionalidade: além de arrefecer, também pode aquecer. Ou seja, pode ser utilizado ao longo de todo o ano, adaptando-se às diferentes estações.
Sem obras nem tubos
Ao contrário dos aparelhos de ar condicionado tradicionais, este dispositivo não necessita de qualquer instalação permanente. Ainda segundo a mesma fonte, não é preciso abrir buracos nas paredes, instalar tubos ou recorrer a técnicos especializados. Basta ligar o aparelho e direcioná-lo para o local que se pretende refrescar.
Este tipo de solução é especialmente procurado por quem vive em apartamentos arrendados, onde muitas vezes não é permitida a instalação de ar condicionado, ou por pessoas com mobilidade reduzida, que procuram uma forma simples de manter o conforto térmico.
Consumo e impacto
De acordo com a mesma fonte, o consumo energético deste tipo de sistema é significativamente inferior ao de um ar condicionado fixo. No entanto, o seu alcance também é mais limitado, sendo indicado para espaços mais pequenos ou para utilização localizada, como junto à cama, secretária ou sofá.
Apesar disso, o desempenho é suficiente para reduzir o calor de forma eficaz em divisões com dimensão reduzida. A eficiência varia consoante a temperatura exterior e o isolamento do espaço onde é utilizado.
Crescimento da procura
Este tipo de equipamento tem vindo a ganhar popularidade nos últimos anos, especialmente entre faixas etárias mais altas que procuram soluções simples e que não exijam alterações em casa. Ainda segundo dados da EcoFlow, a procura aumentou em diversos mercados europeus, incluindo Portugal.
Com as ondas de calor a tornarem-se mais frequentes e prolongadas, cresce a procura por alternativas mais práticas e acessíveis aos sistemas convencionais. Para muitos consumidores, a facilidade de transporte e de utilização são os principais argumentos na escolha deste tipo de produto.
Segundo a mesma fonte, o equipamento foi desenvolvido com foco na mobilidade, sendo fácil de transportar entre divisões ou até entre residências. Pode ainda ser uma solução útil para casas de férias, onde não se justifica a instalação de sistemas fixos.
No atual contexto de incerteza energética e alterações climáticas, muitas famílias procuram adaptar-se com soluções mais flexíveis e sustentáveis. Como referiu a Eduka, a versatilidade deste dispositivo pode representar uma alternativa viável para quem pretende maior controlo sobre o conforto térmico em casa.
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