O camarão é um dos mariscos mais apreciados em Portugal, marcando presença tanto em refeições do dia a dia como em ocasiões especiais. O seu sabor suave, aliado à facilidade de confeção e à versatilidade na cozinha, explica a forte adesão dos consumidores. Ainda assim, para garantir qualidade e segurança alimentar, a escolha do produto deve ser feita com atenção desde o momento da compra.
De acordo com as recomendações do Pingo Doce, observar alguns sinais básicos é fundamental para perceber se o camarão está em boas condições. A frescura, o odor e a consistência são fatores decisivos e ajudam a evitar problemas à mesa. Uma escolha informada é sempre o primeiro passo para uma experiência segura e agradável.
Frescura: um critério essencial
Quando se trata de marisco, a frescura assume um papel central. No caso do camarão cozido, a marca aconselha a verificar se o cheiro é leve e natural, sem notas intensas ou desagradáveis. A coloração deve ser rosada e uniforme, sem manchas ou alterações visíveis, o que indica que o produto foi corretamente confecionado.
A textura é outro ponto a considerar. Um camarão em bom estado apresenta-se firme, com uma superfície limpa e sem qualquer sensação viscosa. Estes indicadores simples permitem avaliar rapidamente a qualidade do produto e reduzem o risco de consumo inadequado.
Consistência e aspeto visual
A consistência do camarão é um dos principais sinais da sua qualidade. O camarão deve manter a forma e apresentar alguma resistência ao toque. Uma textura demasiado mole ou frágil pode ser sinal de perda de frescura.
Também o aspeto visual merece atenção. Um camarão de qualidade apresenta brilho natural e uma coloração homogénea, sem áreas secas ou esbranquiçadas. Nos produtos vendidos cozidos, o controlo de qualidade é rigoroso, sendo rejeitados os lotes que não cumprem estes critérios, garantindo maior segurança ao consumidor.
Transporte e armazenamento
Os cuidados não terminam no momento da compra. O transporte desempenha um papel importante na preservação do camarão. O Pingo Doce recomenda a utilização de sacos térmicos, especialmente em dias de temperaturas elevadas, para evitar oscilações que possam comprometer o produto.
Em casa, o armazenamento deve respeitar as características do camarão. O produto fresco ou cozido deve ser colocado na zona mais fria do frigorífico, enquanto o camarão congelado deve manter-se no congelador até ao momento da utilização. Para garantir qualidade e segurança, o consumo do camarão fresco deve ocorrer, preferencialmente, no prazo de um a dois dias.
Marisco vivo: sinais de qualidade
No caso do marisco vivo, existem sinais claros que ajudam a avaliar o seu estado. Mexilhões e amêijoas devem fechar as conchas quando tocados, enquanto caranguejos e lagostas revelam vitalidade através do movimento. Estes comportamentos indicam que o marisco se encontra fresco.
No caso das lagostas, uma cauda bem enrolada é um sinal evidente de frescura. Reconhecer estes detalhes é essencial para garantir a qualidade do produto levado para casa.
Segurança alimentar
A segurança alimentar é um fator determinante no consumo de marisco. Boas práticas de compra, transporte e conservação são essenciais para prevenir contaminações. Seja fresco, cozido ou congelado, o camarão deve ser sempre manuseado de forma adequada e mantido à temperatura correta.
Segundo o Pingo Doce, seguir estas orientações simples permite desfrutar deste marisco com confiança. A atenção aos detalhes, desde a escolha até à preparação, faz toda a diferença na qualidade da refeição e na tranquilidade de quem a consome.
















