O Parque Municipal de Loulé recebe, nos dias 9 e 10 de maio, a terceira edição do Festival Atman – Yoga & Bem-Estar, um evento de participação gratuita que se afirma como uma das principais iniciativas dedicadas ao desenvolvimento pessoal e espiritual no sul do país.
Ao longo de dois dias, o festival propõe uma programação diversificada, que inclui aulas de yoga, meditação, cerimónias, workshops, música ao vivo e atividades dirigidas a todas as idades.
A organização sublinha que se trata de “uma das iniciativas mais inclusivas e relevantes na área do desenvolvimento pessoal e espiritual no sul do país”.
Mais do que um evento, o Atman apresenta-se como uma experiência integrada, onde “corpo, mente e comunidade se encontram”, promovendo o bem-estar e a partilha entre participantes.
Mushina é destaque internacional do cartaz
O principal destaque desta edição é a presença de Mushina, nome de referência no universo da Ecstatic Dance, que atua no sábado, 9 de maio, às 18:00.
Reconhecido pela criação de experiências imersivas, o artista leva ao festival “uma proposta que vai além da música: uma experiência de movimento livre, presença e conexão coletiva”, sendo este um dos momentos mais aguardados do programa.
Programação distribuída por vários espaços temáticos
O Festival Atman organiza-se em diferentes áreas temáticas, permitindo a cada visitante construir o seu próprio percurso. Ao longo do fim de semana, decorrem práticas como Hatha Yoga, Ashtanga, Vinyasa, Yin Yoga, Yoga Somático e Yoga Nidra, orientadas por professores de diversas abordagens.
Um dos espaços mais identitários do evento integra experiências simbólicas, com destaque para a Cerimónia dos 4 Elementos, o Ritual da Luz, práticas de Human Design, Tarot e rituais de inspiração celta e xamânica. É também neste contexto que se realiza o Ecstatic Dance com Mushina.
Atividades para famílias e vertente cultural
O festival inclui ainda uma área dedicada às famílias, com atividades pensadas para os mais novos, como yoga infantil, workshops criativos, contos e experiências sensoriais, promovendo a ligação à natureza e à criatividade.
Outra das vertentes do evento cruza alimentação consciente, arte e música, com showcookings de cozinha vegetal, concertos de música medicina, círculos de canto e pintura ao vivo, reforçando a dimensão cultural e comunitária da iniciativa.
Acesso universal e ligação à natureza
A gratuitidade do festival assume-se como um princípio central, sendo encarada como “uma posição clara”, com o objetivo de tornar práticas de bem-estar acessíveis a toda a comunidade, “independentemente da condição financeira”.
Inserido no Parque Municipal de Loulé, o evento beneficia de um enquadramento natural que potencia a experiência, convidando os participantes a abrandar e a envolver-se ativamente.
O visitante é desafiado a “participar, não como espectador, mas como parte ativa de uma comunidade em movimento”.
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