O calor já começou a fazer-se sentir, mesmo que o verão ainda não tenha chegado oficialmente. Com a subida das temperaturas, as piscinas começam a encher-se de gente. Apesar da animação típica desta altura do ano, cresce também o risco de infeção associada à permanência prolongada em ambientes aquáticos. Uma das mais comuns é a “otite do nadador”, que tende a surgir com mais frequência no verão devido à combinação entre calor e humidade no canal auditivo.
Risco associado à permanência prolongada
É importante não esquecer que passar demasiado tempo dentro de água sem cuidados pode trazer complicações para a saúde. Uma delas é a chamada “otite do nadador”, uma inflamação do ouvido que se torna mais comum nesta época do ano, de acordo com a HuffPost.
Uma das principais causas de consulta médica no verão
Segundo a farmacêutica Cinfa, citada pela mesma fonte, esta infeção é um dos motivos mais frequentes para consultas médicas durante o verão.
A doença afeta sobretudo as crianças, que estão mais expostas devido à sua maior permanência nas piscinas.
Condições favoráveis ao desenvolvimento da otite
Um dos especialistas da Cinfa, Julio Maset, explica que a combinação das temperaturas elevadas e o maior tempo de lazer junto à água criam um ambiente propício para o crescimento de bactérias que provocam a otite.
Secar bem os ouvidos é fundamental
A prevenção é fundamental para evitar este problema. Entre as recomendações mais importantes está a secagem cuidadosa do ouvido após sair da água. Inclinar a cabeça para os dois lados ajuda a expulsar qualquer líquido que possa ter ficado retido.
Outra dica importante está relacionada com os acessórios utilizados na piscina. O uso de tampões de ouvido e toucas pode reduzir significativamente o risco de infeção, especialmente em pessoas mais suscetíveis, refere a mesma fonte.
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Limitar o tempo dentro da água
Além disso, é aconselhável limitar o tempo de permanência dentro da água para evitar a exposição prolongada que favorece o aparecimento da “otite do nadador”. Quem tem histórico de otites deve ser ainda mais cuidadoso.
Evitar águas sujas ou contaminadas
Não se deve entrar em águas sujas ou potencialmente contaminadas, pois estas aumentam o perigo de infeções, aponta a fonte anteriormente mencionada.
Também é essencial saber diferenciar entre sujeira no ouvido e a cera natural, que serve de proteção.
Procure ajuda médica ao primeiro sintoma
Caso surjam sintomas como dor, comichão, sensação de ouvido tapado ou saída de líquido, é importante procurar um profissional de saúde o quanto antes. O diagnóstico precoce pode facilitar o tratamento e evita complicações.
A “otite do nadador”, apesar de comum, não deve ser subestimada. A doença pode causar desconforto intenso e, em casos mais graves, levar a problemas auditivos temporários.
Manter uma boa higiene e seguir as recomendações dos especialistas ajuda a garantir que o tempo na piscina seja só sinónimo de diversão e bem-estar. Prevenir é sempre melhor do que remediar.
Informação e atenção são essenciais
Por fim, e segundo o HuffPost, é essencial estar informado sobre os cuidados básicos para proteger a saúde auditiva durante os meses mais quentes.
A atenção aos sinais do corpo pode fazer toda a diferença para um verão tranquilo.
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