Decorativo, apenas? As artes decorativas na sociedade de consumo
Na década de 1950 manifestaram-se os primeiros sinais do que se pode titular por uma sociedade de consumo à portuguesa. O pós-guerra gerou meios para que o Estado Novo expandisse as suas classes de apoio e satisfizesse expectativas até então diferidas: cresceram bairros sociais e rasgaram-se avenidas; autorizaram-se indústrias mesmo num ambiente de condicionalismo; […]















































