Envelhecer de forma saudável é um dos maiores desafios da atualidade, numa altura em que cada vez mais pessoas procuram estratégias para manter energia e vitalidade depois dos 50 anos. Segundo o portal Noticias Trabajo, apoiado nas recomendações do personal trainer Clark Bartram, o treino de resistência é considerado o exercício mais eficaz para quem já passou dos 50 anos. A prática, complementada por exercícios de cardio de baixo impacto, ajuda a travar a perda de massa muscular, melhorar a mobilidade e manter a qualidade de vida. Num vídeo partilhado online, Bartram explica de forma prática como realizar estes movimentos.
O corpo depois dos 50 anos
Com a chegada aos 50, o corpo passa por transformações inevitáveis, como a perda de força, massa muscular e densidade óssea, de acordo com a fonte acima citada. Nas mulheres, a aproximação da menopausa provoca ainda alterações no metabolismo e na composição corporal. Nos homens, a quebra nos níveis de testosterona acentua o envelhecimento precoce quando não existe atividade física regular.
Estes fatores aumentam a probabilidade de ganhar peso, sentir menor energia e enfrentar limitações físicas. Para contrariar estes efeitos, o exercício físico assume um papel central, especialmente o treino de resistência, apontado como a melhor resposta pelo personal trainer para manter saúde e vitalidade.
O treino de resistência
Clark Bartram, citado pela mesma fonte, sublinha que “o exercício de resistência regular permite reverter alguns efeitos do envelhecimento”, defendendo a utilização de pesos leves, bandas elásticas ou atividades como yoga e Pilates. Estes exercícios fortalecem a musculatura, mantêm a flexibilidade e reduzem o risco de quedas.
No vídeo publicado, o especialista recomenda também movimentos simples que podem ser feitos em casa, como tocar os pés com as mãos alternadas e elevar os braços entre cada repetição, uma forma eficaz de estimular o ritmo cardíaco e reforçar o bem-estar geral.
O papel do cardio de baixo impacto
Além da resistência, Bartram aconselha a incluir cardio moderado, sobretudo em modalidades de baixo impacto como caminhada, natação ou bicicleta. Estes exercícios melhoram a circulação, reforçam a saúde cardiovascular e não sobrecarregam as articulações.
Para quem não consegue completar meia hora de treino seguido, o especialista recomenda adaptar o tempo e fazer “o melhor possível”, sempre com a garantia de que a consistência será mais importante do que a intensidade inicial.
Viver com hábitos ativos
O treino de resistência, aliado ao cardio, não só combate o sedentarismo como reduz o risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e depressão, segundo aponta o jornal online Noticias Trabajo. Para Clark Bartram, manter-se ativo depois dos 50 anos é “um investimento direto no bem-estar e na longevidade”.
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