A depressão Kristin deixou marcas profundas, com um rasto de destruição no distrito de Leiria, afetando comunidades, famílias e infraestruturas. A dimensão dos estragos está a provocar uma situação descrita por vários intervenientes locais como “uma crise como não há memória”, exigindo resposta rápida e atenção total a quem ficou mais vulnerável.
O POSTAL, enquanto associado da API – Associação Portuguesa de Imprensa e da ANIR – Associação Nacional de Imprensa Regional, manifesta a sua solidariedade para com todos os que sofrem as consequências desta tempestade e também com os profissionais e voluntários que estão no terreno a apoiar as populações, a repor serviços e a tentar devolver alguma normalidade ao dia a dia.
Numa hora em que a informação certa e a entreajuda fazem a diferença, o POSTAL associa-se igualmente à corrente de partilha de informação reunida pelo jornal Região de Leiria, que tem disponibilizado dados em permanente atualização sobre a situação no terreno e indicações sobre como ajudar ou ser ajudado.
👉 Consulte a informação atualizada clicando AQUI.
Em momentos como este, importa manter a motivação de quem está na linha da frente, mas também garantir gestos concretos para apoiar quem precisa de conforto, bens essenciais e esperança. A solidariedade faz-se de muitas formas — com doações, com voluntariado, com partilha de informação útil — e, sobretudo, com a capacidade de não deixar ninguém para trás.
Onde e como ajudar (informação em atualização)
O jornal Região de Leiria está a compilar, em permanência, informação útil para quem precisa de apoio e para quem quer ajudar — desde locais com banhos, carregamento de telemóveis e acesso à internet, até pontos de recolha de bens e pedidos de voluntariado.
Entre as respostas no terreno, destaca-se:
- Centro de apoio no Pavilhão dos Pousos (Leiria), para entrega e levantamento de bens, incluindo materiais para coberturas provisórias (lona e plástico), muito procurados por famílias com telhados danificados.
- Bens solicitados (exemplos): alimentos não perecíveis (arroz, massa, enlatados, leite e papas infantis, bolachas e cereais), produtos de higiene, fraldas e toalhitas, e também materiais de apoio a reparações urgentes (lona/plástico, telhas, luvas, entre outros).
- Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima: mantém recolha de bens e disponibiliza também formas de donativo, como MB Way, para apoiar famílias afetadas.
No Algarve, onde a tempestade também foi sentida e deixou uma vítima mortal no concelho de Silves, multiplicam-se as mensagens de solidariedade e os apelos à entreajuda. A prioridade, agora, passa por garantir apoio rápido às famílias e pelas respostas mais urgentes — alimentação, higiene, cobertura temporária de habitações e logística para restabelecer condições mínimas de vida nas zonas atingidas.
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