O Chefe do Ano, o maior e mais antigo concurso de cozinha profissional em Portugal, abriu inscrições para a sua 37.ª edição. Criado em 1990, o certame tem sido responsável por revelar alguns dos nomes mais influentes da gastronomia nacional e procura agora descobrir a próxima grande voz da cozinha portuguesa.
O desafio destina-se a profissionais de cozinha residentes em Portugal, com idade igual ou superior a 25 anos ou com, pelo menos, cinco anos de experiência profissional comprovada.

Nesta edição, os concorrentes deverão apresentar um menu composto por quatro pratos: uma entrada vegetariana, um prato de peixe com bacalhau, um prato de carne e uma sobremesa com pera rocha. As inscrições decorrem até 20 de janeiro e podem ser efetuadas através do site egosto.pt/chefedoano.
Um concurso que marcou gerações da gastronomia portuguesa
Ao longo de mais de três décadas, o Chefe do Ano afirmou-se como uma plataforma de lançamento para cozinheiros que viriam a liderar projetos premiados e reconhecidos a nível nacional e internacional. Entre os vencedores de edições anteriores contam-se nomes como Henrique Sá Pessoa (Alma, duas estrelas Michelin), Vítor Matos (Antiqvvm, duas estrelas Michelin), António Loureiro (A Cozinha, uma estrela Michelin), João Rodrigues (Canalha), Tiago Bonito (Palacete Severo) e Luís Gaspar (Sala de Corte).
De acordo com a organização, as Edições do Gosto, “este é um concurso que continua a marcar a atualidade gastronómica nacional e a desafiar os cozinheiros e as cozinheiras de Portugal a mostrarem o seu trabalho ao país. É um desafio que todos os anos é bem acolhido pela classe e que significa um marco importante na carreira de quem participa. É sinal de que a nossa cozinha continua a apaixonar os milhares de profissionais por este país fora”.

A edição de 2025 será disputada em três etapas regionais, a decorrer em abril, seguindo-se a final nacional em maio. Os finalistas serão selecionados com base nos resultados obtidos nas provas regionais, sendo o júri presidido por António Bóia (JNcQUOI Avenida).
Para além do título de Chefe do Ano, serão atribuídos o Prémio Inovação Helmut Ziebell, para o prato que mais se destaque pela criatividade, o Prémio Sustentabilidade, para o concorrente que demonstre maior compromisso com práticas sustentáveis, e o Prémio Melhor Promoção, que distingue o participante mais ativo na divulgação do concurso.

Recorde-se que, em 2025, o vencedor foi Alexandre Cabrita (Al Sud, uma estrela Michelin), com um menu inspirado na sua região natal, o Algarve.
O regulamento completo, o modelo de ficha técnica e o formulário de inscrição, estão disponíveis aqui.
















