Pelo quinto ano seguido, um país asiático foi distinguido como o pais mais barato para residir, de acordo com a rede internacional InterNations. A avaliação teve em conta a opinião de residentes locais, turistas e expatriados.
De acordo com o jornal espanhol AS, os dados revelam que 89% dos trabalhadores estrangeiros que vivem no Vietname estão satisfeitos com o custo de vida. Além disso, 87% consideram que os seus rendimentos são suficientes para garantir uma vida confortável, mesmo longe dos seus países de origem.
O resultado consolida a imagem do Vietname como um país que, além de acessível, oferece segurança, estabilidade e uma cultura rica. O Índice de Paz Global atribuiu-lhe uma pontuação de 1,72, posicionando-o em 38.º lugar entre 163 países avaliados.
Um destino exótico em ascensão
Paisagens contrastantes, história milenar e gastronomia de renome fazem deste território asiático um dos mais procurados. O custo de vida acessível atrai não só turistas, mas também quem pretende fixar-se a longo prazo.
Com um salário de referência ocidental, é possível usufruir de preços considerados muito baixos em quase todas as áreas, desde alimentação até alojamento.
O ambiente seguro e a estabilidade política reforçam ainda mais o apelo do Vietname como destino internacional de residência.
Preços que surpreendem
Comer fora é particularmente barato. Uma refeição económica pode custar pouco mais de 1,60€, enquanto um jantar para duas pessoas ronda os 23€.
Também os produtos básicos do dia a dia apresentam valores reduzidos: uma barra de pão de 500 gramas custa em média 0,76€, um quilo de bananas 0,87€ e um quilo de tomates 0,92€.
A fruta, os legumes e os alimentos vendidos em mercados de rua tornam-se uma solução prática e económica, tanto para uma refeição rápida como para cozinhar em casa.
Transporte acessível
A mobilidade também não representa um grande encargo. O passe mensal de transporte público tem um custo médio de 6,90€, enquanto uma viagem de táxi de um quilómetro ronda os 0,46€.
Já um litro de gasolina custa cerca de 0,71€, o que torna a utilização de veículos privados mais viável do que em muitos países europeus.
Habitação com preços baixos
O alojamento é um dos fatores que mais pesa no orçamento mensal. Neste país, os valores médios são significativamente mais baixos do que em grande parte da Europa.
É possível arrendar uma casa por menos de 300€ mensais. Em média, o valor situa-se nos 287,50€, o que explica o interesse crescente dos estrangeiros em viver ali para além das férias.
Este custo reduzido, aliado à qualidade de vida, reforça a posição deste país como um dos destinos mais atrativos para quem procura recomeçar, para além de ser o país mais barato do mundo.
O top 10 mundial
De acordo com o mesmo estudo, e segundo o AS, os dez países mais baratos do mundo para viver são: Vietname, Colômbia, Panamá, China, Tailândia, Indonésia, Filipinas, México, Malásia e Brasil.
Todos eles partilham características semelhantes: baixo custo de vida, clima atrativo e oportunidades que combinam turismo e residências de longa duração.
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