No dia a dia, há equipamentos domésticos que se tornam quase invisíveis pela sua utilização constante, mas que desempenham um papel central na rotina das famílias. Ao longo dos anos, as preferências dos consumidores foram mudando, acompanhando tanto a inovação tecnológica como as necessidades práticas de cada lar. Este eletrodoméstico que quase toda a gente tem em casa é um desses exemplos.
As máquinas de lavar roupa de tambor, muito procuradas pelo design moderno e pela função de secagem, estão a perder protagonismo. A eliminação da função de secagem em muitos modelos, devido ao risco de incêndio, acabou por afastar uma parte significativa dos utilizadores.
Segundo Lee Seung-hoon, diretor executivo da Good Day Care, empresa que presta assistência a marcas como Samsung e LG, estas máquinas já são vistas como um produto mais limitado e menos versátil, de acordo com o jornal digital espanhol HuffPost.
Potência e eficiência na carga superior
As máquinas de carga superior deram um salto tecnológico nos últimos anos. Hoje oferecem programas de ebulição, garantindo lavagens mais higiénicas e eficazes. Apesar de aumentarem em capacidade, mantêm dimensões reduzidas, adaptando-se melhor a casas com pouco espaço.
O seu sistema de rotação em vórtice permite remover sujidade intensa de forma mais eficiente do que o método de gotejo do tambor, que embora mais delicado, é menos eficaz para nódoas difíceis, refere a mesma fonte.
Tecidos delicados versus roupas volumosas
As máquinas de tambor continuam a ser valorizadas por quem privilegia o cuidado com tecidos delicados, como ganga ou peças lavadas a frio. No entanto, são menos adequadas para roupas volumosas, como mantas, toalhas ou edredões, já que o tambor precisa de ficar parcialmente vazio para não sobrecarregar o mecanismo.
Para famílias numerosas ou com lavagens frequentes, o especialista aconselha as de carga superior, que oferecem maior robustez e capacidade prática no dia a dia.
Preço e transporte em conta
O preço é outro argumento a favor da carga superior, já que estas máquinas costumam ser mais acessíveis do que as de tambor.
Também o transporte é mais simples: os modelos de tambor integram contrapesos pesados para equilibrar o funcionamento, o que os torna vulneráveis a danos durante mudanças de casa. Por isso, são muitas vezes considerados menos fiáveis em termos de durabilidade estrutural.
Uma escolha cada vez mais clara
Embora as máquinas de tambor ainda mantenham espaço em nichos específicos, sobretudo entre quem valoriza programas mais suaves para preservar tecidos, a tendência aponta para a preferência crescente pelas de carga superior, de acordo com o HuffPost.
A potência de lavagem, a relação qualidade-preço e a maior resistência no uso diário explicam por que tantas pessoas estão a trocar este eletrodoméstico essencial em qualquer casa.
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