Comer peixe faz parte de uma alimentação equilibrada, mas a escolha da espécie é essencial para garantir todos os benefícios sem riscos desnecessários. Especialistas sublinham que há variedades seguras, com baixo teor de mercúrio e ricas em ómega 3, perfeitas para incluir várias vezes por semana na dieta.
Entre os destaques estão cinco opções que combinam segurança e valor nutricional: sardinha, cavala, salmão, anchova e biquerão. Estes peixes não acumulam grandes quantidades de metais pesados e são uma das melhores fontes naturais de ácidos gordos ómega 3.
De acordo com o portal espanhol Huffpost, e segundo a médica Sara Marín Berbell, conhecida por divulgar informação de saúde em @uncafecontudoctora, estas espécies são “as mais interessantes para quem quer beneficiar do ómega 3 sem os riscos associados ao consumo excessivo de mercúrio”.
Sardinha e cavala: clássicos cheios de benefícios
A sardinha e a cavala são dois exemplos emblemáticos da dieta mediterrânica. Além de acessíveis, fornecem ómega 3 em quantidades relevantes, contribuindo para a saúde cardiovascular e para a redução de inflamações.
Por serem espécies que se alimentam de organismos pequenos, acumulam muito pouco mercúrio, tornando-se uma escolha segura para todas as idades.
Salmão: sabor e segurança
O salmão destaca-se não apenas pelo sabor, mas também pelo perfil nutricional. Alimenta-se de peixes diminutos, o que limita a acumulação de mercúrio. É ainda uma das espécies mais recomendadas em dietas anti-inflamatórias.
Rico em proteínas, vitaminas e minerais, é uma opção versátil para pratos do dia a dia ou ocasiões especiais.
Anchova: versatilidade à mesa
As anchovas e biquerões, muito presentes em conservas e receitas mediterrânicas, são igualmente ricas em ómega 3 e praticamente isentas de risco quanto ao mercúrio. Ambas permitem variar o consumo sem sair da lista dos peixes mais seguros e nutritivos.
Recomendados para quem mais precisa
Estas espécies são particularmente úteis para mulheres em menopausa ou perimenopausa, pessoas mais velhas e quem sofre de doenças inflamatórias digestivas. O aporte de ómega 3 ajuda a equilibrar processos hormonais, proteger o coração e apoiar o sistema imunitário.
Por serem fáceis de digerir, são também recomendadas em dietas adaptadas a diferentes fases da vida.
A importância da variedade
De acordo com o Huffpost, os especialistas aconselham a consumir peixe três a quatro vezes por semana, variando sempre que possível. Ao dar prioridade às espécies com menos mercúrio, garante-se uma alimentação segura, nutritiva e saborosa.
Mais do que evitar as opções de maior risco, o segredo está em apostar regularmente nas que oferecem benefícios comprovados sem perigos ocultos.
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