O produto artesanal do Médio Oriente, recheado com pistácio e massa kadaif, está a alargar a sua presença em Portugal. A nova fase da distribuição do chocolate do Dubai começou esta semana e promete surpreender.
É um dos produtos mais partilhados nas redes sociais nos últimos meses e tem provocado autênticas corridas aos pontos de venda.
O chocolate do Dubai, conhecido pelo seu recheio generoso de pistácio e pela textura crocante da massa kadaif, tornou-se numa verdadeira sensação em território nacional.
Depois de marcar presença em lojas especializadas, espaços gourmet e até grandes superfícies, a tablete artesanal que segue uma receita tradicional do Médio Oriente prepara-se para dar mais um passo na sua expansão.
A partir desta semana, os consumidores poderão encontrá-la num novo tipo de local — até agora, pouco habitual para este género de produto: as lojas de conveniência das estações de serviço Galp.
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A marca responsável por este doce, a Alyan, continua a apostar na fidelidade à receita original e no fabrico manual, garantindo uma experiência idêntica àquela que é oferecida nos mercados do Golfo Pérsico. A tablete mantém os mesmos 100 gramas e o mesmo recheio generoso: 45% do interior é composto por creme de pistácio e fios de kadaif.
O preço também se mantém: 9,99 euros por unidade. Esta nova fase da distribuição abrangerá 86 lojas Galp espalhadas por todo o país, alargando significativamente os pontos de contacto com o público.
Segundo a marca, o alargamento responde à forte procura registada em Portugal e pretende facilitar o acesso ao produto, mesmo em situações do quotidiano onde não se esperaria encontrar um chocolate premium.
A decisão de incluir o chocolate em espaços como bombas de combustível acompanha uma tendência de diversificação da oferta nestes locais, que nos últimos anos têm procurado afirmar-se como pontos de venda de produtos diferenciados.
O chocolate do Dubai, com origem nos Emirados Árabes Unidos, tem sido protagonista de vídeos de unboxing, provas e críticas nas redes sociais, cimentando o seu estatuto de fenómeno de consumo.
Apesar do preço acima da média, a combinação entre estética, sabor e exclusividade parece continuar a justificar a forte procura — agora, com ainda mais possibilidades de o encontrar no caminho.
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