Os resultados mais recentes dos Decanter World Wine Awards revelaram quais os países que se destacaram na produção vitivinícola. A lista confirma a diversidade global e mostra que, embora Portugal continue bem posicionado, outros países conquistaram os lugares mais altos. Para quem aprecia vinho, países de diferentes continentes demonstraram qualidade em todas as categorias da competição.
O concurso, considerado um dos mais prestigiados do setor, avalia milhares de rótulos em provas cegas. Os vinhos são depois classificados em categorias que vão do Bronze ao Best in Show, refletindo apenas a qualidade e o desempenho perante os júris internacionais.
O início do ranking
Entre os países menos habituais nesta competição está o Reino Unido, que alcançou a 15.ª posição com 188 medalhas. A Eslovénia surgiu logo a seguir com 211 distinções, destacando regiões como Primorska e Podravje.
A Grécia ocupou a 13.ª posição com 242 medalhas, incluindo 20 em categorias de topo. Os Estados Unidos ficaram em 12.º lugar, somando 294 prémios e destacando os vinhos da Califórnia e do Oregon.
Ascensão fora da Europa
A Nova Zelândia surge em 11.º lugar, conquistando 303 medalhas, enquanto o Chile ficou em 10.º, com 334 distinções. Ambos reforçam a reputação crescente do hemisfério sul no setor vitivinícola.
O Canadá ocupou a 9.ª posição com 347 medalhas, destacando as produções de Icewine. A Croácia conseguiu surpreender ao alcançar o 8.º lugar, somando 386 distinções.
Os lugares intermédios
A Argentina manteve a tradição e surge em 7.º lugar, com 428 medalhas, muitas delas atribuídas a Malbecs da região de Mendoza. A África do Sul ocupou a 6.ª posição com 487 prémios, apoiada em regiões como Stellenbosch.
É neste ponto que entra Portugal, que alcançou o 5.º lugar. O país conquistou 554 medalhas, incluindo 52 em categorias de maior prestígio, com destaque para regiões como Douro, Dão e Alentejo.
O pódio final
A Austrália ficou em 4.º lugar, somando 643 medalhas e reforçando o peso de regiões como Margaret River e McLaren Vale. O pódio foi ocupado por três países europeus que consolidaram o domínio no setor.
Em 3.º lugar surgiu Espanha, com 2.025 medalhas, seguida pela Itália, que conquistou 2.204 distinções e o 2.º lugar. No topo da lista ficou a França, com um total impressionante de 3.220 medalhas, consolidando o estatuto de maior produtor de vinho de excelência em 2025.
Uma visão global
A lista da Decanter mostra que o vinho continua a ser uma expressão cultural partilhada em diferentes países, com tradições locais a marcar presença em provas internacionais. Mesmo fora do pódio, Portugal mantém-se entre os grandes, reforçando o prestígio da produção nacional no mercado mundial.
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