As 3.as Jornadas Internacionais de Arquitetura do Algarve reuniram cerca de 250 participantes nos dias 18 e 19 de setembro, no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira, numa iniciativa marcada pela forte presença de arquitetos da região e pela participação de representantes de várias áreas profissionais e institucionais.
Promovido pela Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitectos, o encontro juntou arquitetos, autarcas, dirigentes institucionais, engenheiros, juristas e magistrados, proporcionando dois dias de partilha, debate e cruzamento de perspetivas sobre os desafios da arquitetura e do território.

A organização destaca a adesão registada como um dos principais aspetos desta terceira edição, considerando que as jornadas permitiram aproximar profissionais num contexto muitas vezes marcado pelo trabalho individual e pelas exigências próprias de cada projeto.
De Oscar Niemeyer à legislação urbanística
O programa abordou temas que foram do legado de Oscar Niemeyer às alterações na legislação urbanística, passando por ferramentas de apoio à prática profissional.
Para a Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitectos, o balanço das jornadas ultrapassa, contudo, os conteúdos debatidos, destacando-se também o valor do encontro entre profissionais, da troca de experiências e da diversidade de perspetivas sobre a forma de pensar e fazer arquitetura.

A entidade promotora sublinha igualmente a importância da presença de profissionais de outras áreas e de representantes institucionais, considerando que essa participação contribuiu para reforçar o diálogo e a cooperação na procura de respostas para desafios partilhados.
Encontro pretende reforçar proximidade entre profissionais
A organização agradeceu a participação de oradores, moderadores, parceiros, entidades envolvidas e público, bem como o apoio do Município de Tavira e da equipa do Teatro Municipal António Pinheiro.
Segundo a Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitectos, esta edição reforçou a ideia de que a valorização da arquitetura depende também da proximidade, da participação e da capacidade de desenvolver trabalho conjunto.

A entidade conclui que o encontro permitiu fortalecer a comunidade profissional da região, criando condições para uma maior articulação entre arquitetos e os vários intervenientes ligados ao território e à construção.
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