Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
JOSÉ FIGUEIREDO SANTOS - Sociólogo e professor universitário jubilado. Foto DR
Opinião, Política

Acampadas violências | Por José Figueiredo Santos

“Quando a violência toma o lugar da política, quem ganha verdadeiramente o poder — e quem fica, afinal, sem ele?”, pergunta José Figueiredo Santos.

12:18 18 Outubro, 2026 12:18 18 Outubro, 2026
Henrique Dias FreireHenrique Dias FreireJornalista
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest

Há violências que irrompem nas ruas, de punho erguido e rosto descoberto, e outras que preferem a penumbra dos gabinetes, a respeitabilidade das instituições e a linguagem asséptica dos regulamentos. Umas empunham armas; outras manejam despachos, multiplicam procedimentos e invocam, com a fleuma dos irrepreensíveis, as inevitabilidades do sistema. Umas ameaçam pela força; outras exercem-na sem levantar a voz. Todas, porém, se tornam perigosas quando a razão capitula, o medo se instala e a força, perdida a vergonha, reclama para si o direito de governar.

O século XX, com a sua indústria triunfante, a massificação dos desejos e a burocratização da existência, deixou-nos uma lição que o nosso otimismo tecnológico parece obstinado em esquecer: o progresso das máquinas não obriga ao progresso dos homens. Aperfeiçoámos os instrumentos, multiplicámos as necessidades, catalogámos a vida em repartições cada vez mais minuciosas e construímos, em nome da eficiência, prodigiosas maquinarias estatais para administrar pessoas. Mas, nem por isso, aprendemos a viver melhor uns com os outros. A sociedade cresceu em organização e perdeu em comunidade; o indivíduo ganhou em informação, mas ficou-se pelo anonimato e pelo emudecimento da voz, e descobriu que entre o direito de participar e o poder efetivo de decidir se espraia, tantas vezes, um abismo regulamentado com todo o cuidado.

Não admira, pois, que os apelos à não violência sejam hoje recebidos, em certos círculos, como uma ingenuidade de salão, própria de quem nunca teve de enfrentar a brutalidade do mundo. Discute-se, com a desenvoltura de quem não arrisca a pele no argumento, a legitimidade dos meios violentos de resistência à opressão, como se a nobreza dos fins pudesse lavar a infâmia dos meios. Em tempos de violências acampadas à porta da razão, insistir na distinção entre poder e violência parece, por vezes, uma excentricidade académica. E, no entanto, é precisamente quando essa distinção começa a ser tratada como um luxo que mais importa defendê-la — sem confundir o poder político com o monopólio estatal da violência legítima, na formulação clássica de Max Weber.

Convém, a este propósito, regressar a Hannah Arendt. Para a pensadora, o poder nasce quando os homens agem em conjunto, sustentados pelo consentimento e pela capacidade de construir um espaço público comum. A violência, pelo contrário, é instrumental: precisa de armas, de máquinas, de dispositivos de coerção; carece, em suma, de meios que substituam aquilo que já não consegue obter pela adesão. Onde o poder vacila, a violência oferece-se como sucedâneo. Promete restaurar a autoridade, mas corrói-lhe os fundamentos; impõe obediência, mas não fabrica legitimidade. É capaz de calar uma praça D. João I ou um concentrado de Rossio, não de conquistar a confiança de quem nelas é calado. E pode destruir o poder com uma eficácia que nunca conseguirá reproduzir na sua construção.

Curem-se da ilusão, pois, os devotos do tacão, que tentam mascarar a fragilidade do poder elevando o tom da ameaça e a vulgaridade da coação, seja apelidando os outros de arruaceiros, seja ordenando que os encostem à parede. Repete-se à exaustão, entre o senso comum e certas teorias políticas, que o poder nasce do fuzil. Trata-se de um chavão de fácil encanto para quantos preferem a obediência cega ao acordo mútuo e o medo ao trabalho paciente do convencimento.

Uma arma pode impor silêncio, produzir submissão e espalhar terror. Mas o silêncio não é consentimento, a submissão não é adesão e o terror não é poder político. Quando uma autoridade precisa de recorrer incessantemente à força para provar que ainda manda, talvez já tenha perdido aquilo que a legitimava: a capacidade de ser reconhecida sem ter de se impor a cada instante.

De Paris ao Porto, de Lisboa a Moscovo, esta verdade não deveria carecer de demonstração. E, contudo, continuamos a comportar-nos como se a violência pudesse resolver aquilo que a política deixou por dirimir. Como se o estrondo dispensasse o argumento, a confrontação poupasse o trabalho de diálogo e a destruição fosse uma expedita forma de construção. Como se a cólera, pelo simples facto de ter uma causa por base, adquirisse o privilégio de todas as razões. A indignação pode ser justa; os seus instrumentos, porém, não ficam por isso absolvidos. Há causas legítimas defendidas por meios que acabam por as desfigurar — e há revoltas que, de tanto combaterem a opressão, começam a aprender-lhe os métodos.

A História oferece-nos um inventário eloquente destas frustrações. Da guerra do Vietname aos movimentos estudantis de maio de 1968, dos protestos contra a burocracia estatal às revoltas juvenis em França, reaparece, sob circunstâncias diversas, uma inquietação comum: a de cidadãos que se sentem afastados dos lugares onde o seu destino coletivo é decidido. A juventude protesta, por vezes com desordem e violência, contra sistemas que lhe exigem paciência, mas lhe recusam influência; que lhe prometem participação, mas que apenas lhe entregam formulários; que a convocam para a democracia e depois se espantam quando ela pretende exercer o direito de intervir. As instituições, entretanto, recomendam serenidade, abrem um processo, nomeiam uma comissão e aguardam que a indignação, por cansaço ou falta de expediente, acabe por desaparecer.

Já em 1981, Pierre Rosanvallon chamava a atenção para o facto de a crise do Estado social não se esgotar nas contas públicas nem no equilíbrio financeiro. Era também uma crise cultural e de legitimidade. A questão não consistia apenas em saber quanto custava o Estado, mas em compreender por que razão tantos cidadãos deixavam de reconhecer nele um instrumento da sua vontade coletiva. Quando a palavra parece inútil, a participação se converte em ritual e a ação política se reduz à escolha periódica de representantes, a violência insinua-se como atalho para a mudança. Promete chegar depressa onde o diálogo parece não chegar nunca. Esquece-se, porém, de que os atalhos também conduzem a becos sem saída — e de que o caminho de regresso é, muitas vezes, mais penoso do que aquele que nos levou até lá.

A violência possui, sem dúvida, uma racionalidade instrumental: escolhe meios, calcula efeitos, procura alcançar fins imediatos. O seu perigo começa quando os meios se emancipam dos fins, quando a destruição deixa de ser uma exceção e se transforma em linguagem, quando a brutalidade, de tanto se repetir, adquire a enganadora aparência da normalidade. Nesse momento, já não é apenas a ordem pública que está ameaçada. É a própria capacidade de uma sociedade se reconhecer como comunidade política, isto é, como lugar onde as diferenças podem coexistir sem que cada divergência se converta numa batalha.

É então que a política fica suspensa — e com ela a suspensão da possibilidade de resolver o conflito sem o entregar à brutalidade da força. Na sua expressão mais nobre, a política transforma antagonismos em debate, interesses em negociação e conflitos em decisões partilhadas. Não elimina a divergência, nem promete a harmonia fácil dos discursos oficiais; impede, isso sim, que a divergência tenha de acabar no esmagamento do adversário. A violência dispensa o argumento e exige a submissão. Uma vez aceite como método habitual, alimenta-se de si própria: cada golpe reclama uma resposta, cada resposta legitima um novo golpe, cada vítima descobre no sofrimento a justificação para a represália. No fim, todos se declaram ofendidos, todos reclamam justiça e quase ninguém se reconhece responsável pelo incêndio.

Talvez resida aqui uma das contradições mais inquietantes do nosso tempo: queremos viver em democracia, mas nem sempre aceitamos a disciplina interior que ela exige. Reclamamos autoridade, desde que não nos contrarie; exigimos liberdade, desde que não nos incomode; defendemos o diálogo, até ao instante em que o outro começa a falar. Somos tolerantes enquanto não somos contrariados, democratas enquanto a decisão nos favorece, pacifistas enquanto a indignação alheia não perturba a nossa tranquilidade. Depois, surpreendemo-nos com a violência, como se ela tivesse chegado de um mundo estranho e não fosse também, por vezes, o resultado das nossas renúncias, das nossas cumplicidades e da nossa incapacidade de escutar.

E assim vamos acampando violências, nas ruas e nas consciências, diante das instituições e dentro delas, convencidos de que a força poderá realizar aquilo que a razão, a justiça e a política não conseguiram. Esquecemo-nos de que a violência pode conquistar um espaço, impor uma vontade, derrubar uma porta ou silenciar uma multidão. O que não consegue, por si só, é construir uma casa comum. Para isso são precisos outros instrumentos, menos espetaculares e mais exigentes: confiança, responsabilidade, justiça, liderança e a difícil disposição de reconhecer no adversário alguém com quem teremos, a inevitabilidade de continuar a viver.

O confronto físico até pode ditar quem sai vitorioso, mas nunca definirá quem tem razão ou quem tem legitimidade. Afinal, a violência destrói, mas não tem a competência para reconstruir uma vida digna nos dias que se lhe seguirão.

E talvez seja essa a pergunta que deveríamos fazer antes de cada confronto, antes de cada palavra incendiária e de cada gesto que se julga irreversível: quando a violência toma o lugar da política, quem ganha verdadeiramente o poder — e quem fica, afinal, sem ele?

Leia também: Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos

Idosa a acertar relógio. Crédito: Foto AI
Nacional

A hora muda este mês em Portugal: afinal, vai dormir mais ou menos uma hora?

11:40 18 Outubro, 2026 09:27 17 Outubro, 2026

Mudança da hora está a chegar a Portugal. Será que vai ganhar ou perder uma hora de sono? Saiba quando e como acertar os relógios

Algarve Economia

Movimento pela habitação destaca Faro e promete continuar protestos

11:20 18 Outubro, 2026 11:20 18 Outubro, 2026

Cristiana Leal destacou Faro na mobilização pela habitação e garantiu que os protestos continuarão após 20 de outubro, limite da autorização no Porto

Idosa com frio. Crédito: Freepik
Tempo

Ar polar a caminho de Portugal ‘traz’ o frio: saiba quando e em que regiões as temperaturas vão descer mais

06:00 18 Outubro, 2026 11:13 17 Outubro, 2026

Manhãs mais frias aproximam-se e algumas zonas podem registar temperaturas perto de zero. Saiba quando se acentua a descida

Automobilistas aguardam para abastecer as suas viaturas num posto de combustível. Crédito: Lusa
Auto Nacional

Há uma nova regra nos postos de combustível a partir de hoje e todos os condutores devem conhecê-la

16:50 17 Outubro, 2026 15:33 17 Outubro, 2026

Desde este sábado, 17 de outubro, os postos de combustível em Portugal estão obrigados a apresentar uma nova informação junto das bombas de abastecimento

Nacional

Ministro foi à China e revela posição sobre regras vinculativas para o uso da inteligência artificial nas escolas

11:59 18 Outubro, 2026 12:00 18 Outubro, 2026

Em causa está saber se as orientações dirigidas às escolas terão caráter vinculativo. Fernando Alexandre destaca as oportunidades e os riscos da inteligência artificial, bem como as suas implicações para o ensino e a avaliação

Algarve Economia Edição Papel

Culatra vai testar hidrogénio para armazenar energia solar

10:00 18 Outubro, 2026 08:50 15 Outubro, 2026

Iniciativa internacional de nove milhões de euros inclui uma comunidade energética na Culatra e produção de hidrogénio em Sines. Projeto decorre até 2030

Nacional

Maria Teresa Faleiro, 81 anos, vive há 22 na mesma casa em Lisboa e recebeu ordem de despejo: “Os velhos não têm proteção alguma. Este país não é para velhos”

20:10 17 Outubro, 2026 20:06 17 Outubro, 2026

A idosa de 81 anos, Maria Teresa Faleiro, recebeu uma ordem de despejo e tem até 6 de novembro para abandonar a casa onde vive há 22 anos, em Lisboa

Algarve Edição Papel

ZERO rejeita incineração e quer ampliar tratamento de resíduos no Algarve

11:00 18 Outubro, 2026 10:55 15 Outubro, 2026

Associação propõe reforçar duas unidades da Algar e separar lixo doméstico do empresarial. Defende alternativas à incineração para aliviar os aterros

Mulher idosa ao volante.
Auto

Posso conduzir se tiver cataratas? Saiba o que diz a lei

09:50 18 Outubro, 2026 15:23 12 Outubro, 2026

Ter cataratas não significa automaticamente deixar de poder conduzir, mas a lei exige mínimos de visão e pode impor restrições

Guarda-chuva vermelho. Crédito: Freepik
Tempo

Chuva está de regresso a Portugal a partir desta data

17:10 17 Outubro, 2026 15:13 17 Outubro, 2026

A partir de 21 de outubro, duas frentes atlânticas poderão trazer chuva a várias regiões, acompanhadas por uma descida das temperaturas

Mulher a lavar o cabelo no duche. Crédito: POSTAL AI – imagem gerada por IA
Saúde Vida & Lazer

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda? A resposta dos dermatologistas

09:00 17 Outubro, 2026 09:13 17 Outubro, 2026

Encontrar cabelos no ralo nem sempre significa queda excessiva. Saiba quando pode lavar diariamente e que cuidados ajudam a proteger os fios

A produtora de conteúdos digitais, Mia, de 26 anos | Crédito: Reprodução TikTok
Algarve Nacional

Influenciadora algarvia detida por suspeita de encomendar rapto de seguidor. Pensou que tinha sido burlada

13:10 17 Outubro, 2026 13:15 17 Outubro, 2026

Disputa por 3.500 euros de uma viagem à Grécia terá motivado o alegado rapto. Os dois suspeitos ficaram sujeitos a apresentações três vezes por semana

Passaporte e mochila num aeroporto. Crédito: Freepik AI
Nacional

Passaporte com novo prazo de validade? Isto é o que precisa de saber antes de renovar

19:20 17 Outubro, 2026 11:45 17 Outubro, 2026

Governo anunciou o alargamento da validade do passaporte. Descubra em que ponto está a medida e com que prazo pode contar

Mulher a usar multibanco. Crédito: Foto AI
Nacional Tech

Cliente do Banco CTT? App, homebanking e transferências MB Way ficam indisponíveis até esta data

20:20 16 Outubro, 2026 17:20 16 Outubro, 2026

Os clientes do Banco CTT vão ficar temporariamente sem acesso a vários serviços digitais

Homem com um relógio de pulso.
Nacional

Horário de inverno está a chegar: relógios vão mudar em Portugal nesta data

18:30 17 Outubro, 2026 15:44 17 Outubro, 2026

A mudança para o horário de inverno está marcada para a madrugada de 25 de outubro de 2026

Trabalhos na rede elétrica. Crédito: Magnific
Nacional

Vai haver cortes de luz prolongados este domingo: estas são as regiões afetadas (e que podem ficar até 6 horas sem eletricidade)

19:30 16 Outubro, 2026 17:26 16 Outubro, 2026

Há interrupções programadas no fornecimento de eletricidade para este domingo, 18 de outubro

Idosa a acertar relógio. Crédito: Foto AI
Nacional

A hora muda este mês em Portugal: afinal, vai dormir mais ou menos uma hora?

11:40 18 Outubro, 2026 09:27 17 Outubro, 2026

Mudança da hora está a chegar a Portugal. Será que vai ganhar ou perder uma hora de sono? Saiba quando e como acertar os relógios

Algarve, Economia

Movimento pela habitação destaca Faro e promete continuar protestos

11:20 18 Outubro, 2026 11:20 18 Outubro, 2026

Cristiana Leal destacou Faro na mobilização pela habitação e garantiu que os protestos continuarão após 20 de outubro, limite da autorização no Porto

Idosa com frio. Crédito: Freepik
Tempo

Ar polar a caminho de Portugal ‘traz’ o frio: saiba quando e em que regiões as temperaturas vão descer mais

06:00 18 Outubro, 2026 11:13 17 Outubro, 2026

Manhãs mais frias aproximam-se e algumas zonas podem registar temperaturas perto de zero. Saiba quando se acentua a descida

Automobilistas aguardam para abastecer as suas viaturas num posto de combustível. Crédito: Lusa
Auto, Nacional

Há uma nova regra nos postos de combustível a partir de hoje e todos os condutores devem conhecê-la

16:50 17 Outubro, 2026 15:33 17 Outubro, 2026

Desde este sábado, 17 de outubro, os postos de combustível em Portugal estão obrigados a apresentar uma nova informação junto das bombas de abastecimento

Nacional

Ministro foi à China e revela posição sobre regras vinculativas para o uso da inteligência artificial nas escolas

11:59 18 Outubro, 2026 12:00 18 Outubro, 2026

Em causa está saber se as orientações dirigidas às escolas terão caráter vinculativo. Fernando Alexandre destaca as oportunidades e os riscos da inteligência artificial, bem como as suas implicações para o ensino e a avaliação

Algarve, Economia, Edição Papel

Culatra vai testar hidrogénio para armazenar energia solar

10:00 18 Outubro, 2026 08:50 15 Outubro, 2026

Iniciativa internacional de nove milhões de euros inclui uma comunidade energética na Culatra e produção de hidrogénio em Sines. Projeto decorre até 2030

Nacional

Maria Teresa Faleiro, 81 anos, vive há 22 na mesma casa em Lisboa e recebeu ordem de despejo: “Os velhos não têm proteção alguma. Este país não é para velhos”

20:10 17 Outubro, 2026 20:06 17 Outubro, 2026

A idosa de 81 anos, Maria Teresa Faleiro, recebeu uma ordem de despejo e tem até 6 de novembro para abandonar a casa onde vive há 22 anos, em Lisboa

Algarve, Edição Papel

ZERO rejeita incineração e quer ampliar tratamento de resíduos no Algarve

11:00 18 Outubro, 2026 10:55 15 Outubro, 2026

Associação propõe reforçar duas unidades da Algar e separar lixo doméstico do empresarial. Defende alternativas à incineração para aliviar os aterros

Mulher idosa ao volante.
Auto

Posso conduzir se tiver cataratas? Saiba o que diz a lei

09:50 18 Outubro, 2026 15:23 12 Outubro, 2026

Ter cataratas não significa automaticamente deixar de poder conduzir, mas a lei exige mínimos de visão e pode impor restrições

Guarda-chuva vermelho. Crédito: Freepik
Tempo

Chuva está de regresso a Portugal a partir desta data

17:10 17 Outubro, 2026 15:13 17 Outubro, 2026

A partir de 21 de outubro, duas frentes atlânticas poderão trazer chuva a várias regiões, acompanhadas por uma descida das temperaturas

Mulher a lavar o cabelo no duche. Crédito: POSTAL AI – imagem gerada por IA
Saúde, Vida & Lazer

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda? A resposta dos dermatologistas

09:00 17 Outubro, 2026 09:13 17 Outubro, 2026

Encontrar cabelos no ralo nem sempre significa queda excessiva. Saiba quando pode lavar diariamente e que cuidados ajudam a proteger os fios

A produtora de conteúdos digitais, Mia, de 26 anos | Crédito: Reprodução TikTok
Algarve, Nacional

Influenciadora algarvia detida por suspeita de encomendar rapto de seguidor. Pensou que tinha sido burlada

13:10 17 Outubro, 2026 13:15 17 Outubro, 2026

Disputa por 3.500 euros de uma viagem à Grécia terá motivado o alegado rapto. Os dois suspeitos ficaram sujeitos a apresentações três vezes por semana

Passaporte e mochila num aeroporto. Crédito: Freepik AI
Nacional

Passaporte com novo prazo de validade? Isto é o que precisa de saber antes de renovar

19:20 17 Outubro, 2026 11:45 17 Outubro, 2026

Governo anunciou o alargamento da validade do passaporte. Descubra em que ponto está a medida e com que prazo pode contar

Mulher a usar multibanco. Crédito: Foto AI
Nacional, Tech

Cliente do Banco CTT? App, homebanking e transferências MB Way ficam indisponíveis até esta data

20:20 16 Outubro, 2026 17:20 16 Outubro, 2026

Os clientes do Banco CTT vão ficar temporariamente sem acesso a vários serviços digitais

Homem com um relógio de pulso.
Nacional

Horário de inverno está a chegar: relógios vão mudar em Portugal nesta data

18:30 17 Outubro, 2026 15:44 17 Outubro, 2026

A mudança para o horário de inverno está marcada para a madrugada de 25 de outubro de 2026

Trabalhos na rede elétrica. Crédito: Magnific
Nacional

Vai haver cortes de luz prolongados este domingo: estas são as regiões afetadas (e que podem ficar até 6 horas sem eletricidade)

19:30 16 Outubro, 2026 17:26 16 Outubro, 2026

Há interrupções programadas no fornecimento de eletricidade para este domingo, 18 de outubro

Últimas Notícias

  • Ministro foi à China e revela posição sobre regras vinculativas para o uso da inteligência artificial nas escolas
    Ministro foi à China e revela posição sobre regras vinculativas para o uso da inteligência artificial nas escolas
  • A hora muda este mês em Portugal: afinal, vai dormir mais ou menos uma hora?
    A hora muda este mês em Portugal: afinal, vai dormir mais ou menos uma hora?
  • Movimento pela habitação destaca Faro e promete continuar protestos
    Movimento pela habitação destaca Faro e promete continuar protestos
  • ZERO rejeita incineração e quer ampliar tratamento de resíduos no Algarve
    ZERO rejeita incineração e quer ampliar tratamento de resíduos no Algarve
  • Culatra vai testar hidrogénio para armazenar energia solar
    Culatra vai testar hidrogénio para armazenar energia solar

Opinião

  • Acampadas violências | Por José Figueiredo Santos
    Acampadas violências | Por José Figueiredo Santos
  • Arménio Aleluia: a grandeza de não esquecer | Editorial de Henrique Dias Freire
    Arménio Aleluia: a grandeza de não esquecer | Editorial de Henrique Dias Freire
  • Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos
    Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos

Europe Direct Algarve

  • Costuma comprar agora e pagar depois? Há novas regras europeias previstas para antes da Black Friday
    Costuma comprar agora e pagar depois? Há novas regras europeias previstas para antes da Black Friday
  • Jovens querem uma fronteira “apenas nos papéis”. Encontro anual na Eurorregião vai debater Resiliência Democrática | Por Susana Helena de Sousa
    Jovens querem uma fronteira “apenas nos papéis”. Encontro anual na Eurorregião vai debater Resiliência Democrática | Por Susana Helena de Sousa
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
  • Ficha técnica e contactos
  • Estatuto editorial e política de privacidade
Configurações de privacidade
©2026 Postal