Skip to content
Postal

Postal

Informação, Opinião e Conteúdos Especiais

Menu
  • Últimas
  • Papel
    • Cultura.Sul
    • Caderno Alcoutim
  • Secções
    • Algarve
    • Nacional
      • Tempo
    • Europa
    • Mundo
    • Europe Direct Algarve
    • Economia
    • Saúde
    • Vida & Lazer
      • Astrologia
      • Animais
      • Gastronomia
    • Utilitários
    • Auto
    • Tech
    • Cultura
      • Ensino
      • Ciência
    • Desporto
    • Política
    • Opinião
    • Video
    • Pub
      • Patrocinado
  • Projetos
    • Postal Studio
    • Branded Content
    • Postal AI
  • ANUNCIAR
  • Sobre nós
    • Contactos e ficha técnica do Postal
    • Política de Privacidade
Menu
Rachel Cusk foi distinguida recentemente com o Goldsmiths Prize | Foto DR
Cultura.Sul, Edição Papel, Opinião

Rachel Cusk: Escrever(-se) em contraluz

LETRAS & LEITURAS: Artigo de Paulo Serra publicado no Caderno de Artes Cultura.Sul de dezembro

07:30 6 Dezembro, 2024 07:53 6 Dezembro, 2024
Cristina MendonçaCristina MendonçaJornalista
Definir como fonte de informação preferida
Share this...
  • Facebook
  • Messenger
  • Whatsapp
  • Twitter
  • Telegram
  • Email
  • Threads
  • Linkedin
  • Pinterest

Se tivesse de nomear as minhas autoras favoritas, indicaria pelo menos três nomes. Margaret Atwood, Rachel Cusk e Kate Atkinson – todas elas com um registo diferente.

Estou, portanto, muito contente com a publicação de Desfile, mais recente romance de Rachel Cusk, uma autora original, corajosa, inovadora, que tem feito o nunca feito antes. A tradução é de Alda Rodrigues e está publicado pela Relógio d’Água.

Cusk, dona de um registo narrativo autoficcional(?) singular e inventivo, confirma-se como uma grande autora, o que se comprovou recentemente com a atribuição do Prémio Goldsmiths.

PAULO SERRA
Doutorado em Literatura na UAlg
e Investigador do Centro de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC)
A escrita de Cusk é absolutamente deliciosa e original, impregnada de algum humor negro

Este é um romance sobre criação, sobre representação, sobre arte, que de forma fragmentada e pouco ensaística levanta questões sobre a capacidade de a literatura representar a verdade do mundo.

É ainda um livro sobre a evolução das mulheres, o seu papel na arte e a violência de que são geralmente vítimas. É, portanto, sintomático que a narradora, embora renegue a memória, e queira escrever apenas sobre o presente, recue várias vezes ao momento em que foi atacada por uma estranha na rua.

Escritora é considerada uma das grandes vozes da literatura contemporânea | Foto DR

Por aqui desfilam diversas personagens, e uma narradora, mulher de um artista de seu nome G.

Como aliás todas as outras personagens deste livro, que dão igualmente, e simplesmente, pela inicial G – seja homem ou mulher.

Cusk é autora de Segunda Casa, da trilogia A contraluz, das memórias A Life’s Work e Aftermath e de várias outras obras de ficção e não-ficção, incluindo o seu mais recente romance, Desfile. Foi bolseira Guggenheim. Vive atualmente em Paris.

Fica aqui a recensão ao seu mais recente romance e passamos em revista os seus anteriores.

Segunda Casa, publicado pela Relógio d’Água, com tradução de Sara Serras Pereira, integrou a lista de finalistas do Booker Prize de 2021.

A trilogia Outline, completada em 2018, publicada entre nós pela Quetzal – A Contraluz (2017) e Trânsito (2018), ambos com tradução de Ana Matoso –, sendo o terceiro e último volume, Kudos (2019), publicado pela Relógio d’Água, representam um novo dispositivo narrativo criado pela autora, inédito na ficção em geral, em que protagonista e narradora se esbatem até ser pouco mais do que um contorno a contraluz, quase como se não houvesse uma intriga propriamente dita, mas sim o desfilar de uma câmara documental.

Desfile

Numa escrita que lida continuamente com o aperfeiçoamento da representação do real, Desfile mergulha justamente a fundo na questão da referencialidade e estilhaça a noção autoral, descentrando constantemente a narrativa entre uma voz narrativa pessoal e outra impessoal – encontrar o tom certo nesta excelente tradução adivinha-se desafiante. Aqui desfilam diversas personagens, enquanto a narração fragmentária alterna entre a primeira e a terceira pessoa. Se o “eu” é fixo, já os outros biografados são vários, enigmaticamente apelidados somente por uma inicial: o aclamado artista G pinta quadros onde a realidade figura de pernas para o ar; a pintora G cria a partir de fotografias; G, fracassado autor, envereda pela realização de filmes que caem igualmente na indiferença do público.

Desfile é um romance sobre arte, a evolução das mulheres e a violência

Uma voz narrativa que arrisca no limite, por vezes próxima do ensaístico, e problematiza questões – subtilmente, sem parecer interpelar o leitor (embora na realidade só se possa dirigir a este) –, sobre criação, representação, arte… em suma, a capacidade de a literatura representar a verdade do mundo. Espelhos, janelas, telas, são motivos recorrentes.

Pode um escritor arrogar-se a pretender mostrar o mundo tal como é? Ou sujeitamo-nos, como a narradora, a que a realidade nos atinja com uma pancada?

“Que pretendia ele captar? Que visão inelutável era essa que a escrita estava tão longe de abranger? A natureza declarativa da escrita era demasiado grosseira e seguia demasiadas fórmulas para fazer justiça a esta visão. Os escritores escrevem sobre o que conhecem e já decidiram que está ali. Fingem que não sabem, que não decidiram. Vendem esta ilusão aos leitores, que se associam a eles no labor da fantasia.” (p. 123)

Segunda Casa

Segunda Casa, publicado pela Relógio d’Água, com tradução de Sara Serras Pereira, integrou a lista de finalistas do Booker Prize de 2021. Segunda Casa (Second Place, no original) é um regresso da autora ao romance e também a um registo mais convencionalmente narrativo.

Uma mulher, a narradora, convida um prestigiado pintor para passar uma temporada com ela e a sua família. A narradora nunca é identificada, ainda que fiquemos a saber que é escritora, e a narrativa, passada nos nossos dias (já depois do deflagrar da pandemia) afigura-se como uma longa missiva que tem Jeffers como destinatário, ou narratário. É a Jeffers que a narradora descreve como em tempos ela e Tony, o seu parceiro, comprou um terreno baldio contíguo ao seu «para impedir que fosse mal usado» (p. 20) onde construíram uma segunda casa. Essa segunda casa num paul tornou-se com o tempo o refúgio de uma série de artistas convidados expressamente pelo casal. Numa certa manhã em Paris, numa galeria, a narradora descobre um quadro de L, e apesar de nunca ter ouvido falar do artista, fica profundamente impressionada pelo seu marcante auto-retrato, em que «ele se coloca a si próprio mais ou menos à mesma distância que mantemos de um estranho» (p. 14). Da mesma forma que o artista no auto-retrato parece até surpreendido com a sua própria existência, deitando sobre si mesmo um olhar penetrantemente objectivo, a narradora sente então uma súbita pena de si própria, tornando-se simultaneamente independente, deixando de estar imersa na sua história de vida. Pouco depois, escreverá a L a convidá-lo a ir até a esse lugar sagrado de criação, e depois de uma série de peripécias, L acaba por chegar, mas nem tudo corre como ela desejaria.

Segunda Casa integrou a lista de finalistas do Booker Prize de 2021

Este é um romance profundamente inteligente sobre o sentido de propriedade (e talvez daí a centralidade do espaço-casa) na arte e, sobretudo, nas relações amorosas, entre homem-mulher, e humanas, entre mãe-filha, entre artista e musa, entre inspiração vs. objeto retratado. Da mesma forma que, para a narradora, a pintura, e outras criações (não feitas de palavras), «possuem uma propriedade capaz de nos dar algum alívio», pois são também uma segunda casa, «um lugar, um poiso que podemos ocupar quando o espaço restante foi ocupado pelas críticas» (p. 15), também esta narrativa, diz-nos a narradora, é um edifício, construído com palavras, «feito do tempo que passei com L» (p. 107), tempo esse que não correu como ela esperava, até porque as almas dos artistas são pouco atreitas a deixarem-se dominar por patronos e anfitriões.

Kudos – A Contraluz – Trânsito

É uma mulher. É escritora. Vive em Londres. Divorciada. Mãe de dois filhos – com os quais parece só comunicar por telefone – que optaram recentemente por ir viver com o pai. Casada pela segunda vez. Chama-se Faye – como se descobre quando o seu nome é pronunciado uma única vez, no romance inteiro, perto do final. Está prestes a embarcar numa viagem de promoção da sua obra num festival de literatura na Europa.

Kudos, traduzido por Ana Falcão Bastos, publicado pela Relógio d’Água, encerra a trilogia inicialmente publicada pela Quetzal, com A Contraluz (2017) e Trânsito (2018), ambos com tradução de Ana Matoso, e parece inclusive fechar o ciclo começado em A Contraluz… Faye encontra-se novamente num avião como no início do primeiro livro. Neste conjunto de obras a autora cria um novo dispositivo narrativo na sua obra, e inédito na ficção em geral, em que protagonista e narradora se esbatem até ser pouco mais do que um contorno a contraluz. Contudo, o livro é praticamente impossível de pousar, enquanto assistimos a um desfiar de histórias, sem filtro e sem juízos, sobre a família, a arte, a política, a crítica, a literatura, o futuro da Humanidade, o papel da mulher.

A Contraluz é o primeiro volume da trilogia de Rachel Cusk

Assim se tece uma nova forma de narrar, em que a protagonista, vista a contraluz, especialmente a partir do que os outros observam sobre ela, permanece muda em praticamente toda a narrativa. Apesar de se escrever que a obra da autora entretece autobiografia e ficção, quase nada é revelado sobre a personagem, apesar de ser ela também a narradora, e o que se regista sobre si é apenas factual. Quase sem voz, assim como sem corpo, a narradora mais parece uma confidente e que nunca opina, apenas coloca questões que conduzem a linearidade das histórias dos que a cercam.

É sintomática a entrevista que alguém intenta fazer-lhe, em que na verdade a entrevistada nunca fala de si… «Reparara, por exemplo, que muitas vezes era uma simples pergunta a provocar nas minhas personagens proezas no domínio das revelações pessoais e que, como era óbvio, isso o fizera refletir sobre a sua profissão, que tinha como característica central fazer perguntas.» (p. 119) Inclusive quando observa os que com ela convivem, amigos, estranhos de passagem, colegas escritores, Faye não tece considerações, limitando-se a transcrever os seus diálogos, que mais se assemelham a monólogos, ainda que se perceba que lança perguntas que encaminham o ritmo dos solilóquios daqueles com que se cruza e através dos quais tece uma reflexão sobre os mais variados temas. Existem diversas situações em que os seus interlocutores são inclusive tratados como narradores e as suas histórias de vida como narrativas, pois como diz alguém: «as vidas das outras pessoas eram um drama que se desenrolava e que evoluía, passando por diferentes fases da existência, como uma telenovela prolongada» (p. 139)

Trânsito é o segundo livro da trilogia

Mas Faye, ou Rachel Cusk, acaba por deixar pequenas indicações de leitura deste seu romance, se o leitor estiver atento, sempre pelo discurso de outrem: «Afirmou que esperava que eu estivesse de acordo com a sua avaliação, uma vez que deduzira da minha obra que, se eu tinha imaginação, tinha o bom senso de a manter oculta.» (p. 151)

Kudos encerra a trilogia de Rachel Cusk

Há muito poucos momentos em que ela própria deixa entrever aquilo em que pensa, mas a sua capacidade de observação é sempre arguta, por vezes cáustica, como quando nos descreve o homem a seu lado no avião e que se prepara para lhe contar toda a sua vida: «Tinha quarenta e tal anos, um rosto que era ao mesmo tempo atraente e banal, e a indumentária limpa, bem engomada e neutra de um homem de negócios em fim de semana. (…) Irradiava uma virilidade anónima e ligeiramente provisória, como um soldado de uniforme.» (p. 11)

Arlington Park

Depois de descobrir a autora através das obras mais recentes, fui procurar o que mais se encontrava publicado em Portugal e descobri uma obra que aliás já me era familiar, recorrendo, como muitas vezes recorro, ao que encontro nas bibliotecas públicas (neste caso, a da Biblioteca Municipal de Loulé).

Arlington Park, obra traduzida por Tânia Ganho e publicada pelas Edições Asa, é bastante diferente de livros como Kudos, mas é igualmente uma leitura essencial a não perder. Uma espécie de Donas de Casa Desperadas, Arlington Park é uma versão erudita da histeria que significa viver no microcosmos de um subúrbio. O livro está brilhantemente escrito, e a acção condensa-se no único dia da vida de cinco mulheres, sendo que cada capítulo se centra em cada uma das personagens, para depois as retomar e por fim as reunir num jantar que se pode tornar catastrófico. Todas estas mulheres têm em comum, mesmo que não encontrem afinidades genuínas entre elas, o facto de se sentirem perdidas no seu casamento, na sua nova vida de mãe doméstica, como se o desfecho de todo o casamento fosse tornar-se uma peça de teatro, ou antes, uma farsa: «Maisie ouviu os passos do marido nas escadas; sentiu-o a aproximar-se, como que saído do âmago de um qualquer fogo ou fornalha invisível, onde ele era recriado em prol dela, fabricado uma e outra vez a partir das suas ausências. Sentiu uma consciência quase que insuportável da realidade dele, da vida dele e da tarefa, da tarefa dela, de manter aquelas representações dele coesas e contínuas. Era amor, esse trabalho de decifrar, interpolar e testemunhar: ser testemunha de algo na sua totalidade, isso era amor.» (p. 196)

Arlington Park é uma versão erudita da histeria que significa viver no microcosmos de um subúrbio

Perpassa na narrativa um forte sentido de identidade feminina, do que significa ser mulher e mãe, e chega a ser chocante a hostilidade que por vezes estas mulheres manifestam perante os seus maridos, que parecem ter-se tornado perfeitos estranhos. Juliet é professora num liceu e apenas consegue encontrar algum consolo nas tardes em que reúne jovens raparigas num clube literário; Amanda é uma dona de casa cujo perfeccionismo e obsessão pela limpeza pode esconder uma homicida latente; Solly está prestes a dar à luz o seu quarto filho, sem conseguir perceber como é que se deixou apanhar nessa armadilha novamente, até que decide alugar um quarto vago e encontrar consolo na misteriosa vida das estudantes solteiras que o ocuparão; Maisie tenta domesticar o seu espírito agora fora da azáfama londrina e cingido à pacatez do subúrbio; Christine continua igualmente a sentir a aura londrina como um nevoeiro que dissipava ou esbatia a nitidez da realidade, e procura nas outras mulheres algum tipo de aliança…

A escrita de Cusk é absolutamente deliciosa e original, impregnada de algum humor negro, pois todas estas mulheres estão também à beira de um ataque de nervos, todas elas “interessantes”, porque têm os seus próprios “ódios de estimação”, como reflecte Christine (p. 113). Até ao descrever a mais banal das situações, a autora consegue modelar a linguagem e dar-lhe novos sentidos, como quando descreve o cenário à entrada de um centro comercial, local que parece servir de refúgio a estas mulheres: «todas as camadas do edifício eram visíveis dali de baixo. Parecia uma ilustração das cavidades do coração: as pessoas eram levadas para cima pelas escadas rolantes e, no fim, voltavam a emergir, oxigenadas pelas compras.» (p. 90)

Leia também: Han Kang – Nobel de Literatura | Por Paulo Serra

Via verde. Crédito: DR
Auto Nacional

Tem Via Verde? Este gesto de dois minutos pode reduzir o valor que paga quase para metade

19:30 11 Outubro, 2026 13:29 11 Outubro, 2026

Uma alteração simples permite poupar até seis euros por ano na Via Verde e, numa das modalidades, deixa o preço quase a metade

Praia da Fuseta-Ria, também conhecida como Praia dos Tesos.
Algarve Cultura

Escreve-se “Fuseta” ou “Fuzeta”? Saiba qual é a designação administrativa oficial

19:40 11 Outubro, 2026 16:10 8 Outubro, 2026

As duas grafias aparecem em documentos e referências locais, mas Fuseta é a designação administrativa oficial da freguesia

Algarve

“Caminharam sempre lado a lado”: Casal de 90 e 94 anos morre com um dia de diferença no Algarve

09:30 10 Outubro, 2026 22:57 9 Outubro, 2026

Depois de uma vida inteira lado a lado e da perda de quatro filhos, o casal faleceu com poucas horas de diferença em São Bartolomeu de Messines

Vista aérea da Ria Formosa.
Algarve Cultura

Já ouviu a expressão “Passar as passas do Algarve”? Conheça o significado e a origem que remete para o sul do país

09:20 10 Outubro, 2026 13:45 6 Outubro, 2026

A conhecida expressão portuguesa é usada para descrever momentos de grande dificuldade e tem uma explicação tradicional associada ao Algarve

Nacional

Milhares saem à rua em Lisboa contra o custo de vida: “Não dá mais para viver assim”

18:30 10 Outubro, 2026 18:14 10 Outubro, 2026

O aumento das rendas, os preços dos alimentos e as dificuldades em pagar as contas levaram milhares de pessoas às ruas de Lisboa

Dia de chuva e vento fortes. Crédito: Foto AI
Tempo

Frente fria chega nas próximas horas e IPMA emite aviso amarelo: estas serão as horas mais críticas nesta região

17:00 11 Outubro, 2026 14:29 11 Outubro, 2026

Uma frente fria chega aos Açores nas próximas horas e já levou o IPMA a emitir avisos. Numa das ilhas podem cair cerca de 50 mm de chuva em apenas sete horas

Pessoas na rua em dia de chuva. Crédito: Freepik AI
Tempo

Calor acima dos 30 ºC mantém-se em Portugal, mas há uma mudança à vista: chuva pode regressar neste dia

06:00 11 Outubro, 2026 13:21 10 Outubro, 2026

Portugal deverá continuar com temperaturas acima da média nos próximos dias, mas os modelos já sinalizam uma mudança com o regresso da chuva

Médico no consultório. Crédito: Freepik
Saúde

Este pode ser um dos primeiros sinais de doença nos rins e muita gente desvaloriza

09:20 10 Outubro, 2026 17:39 9 Outubro, 2026

Doenças renais podem evoluir sem sintomas durante muito tempo, mas há um sinal aparentemente inofensivo que pode justificar atenção

Mulher a temperar uma refeição com azeite.
Vida & Lazer

Cardiologista avisa que 90% das pessoas comete este erro com o azeite: há uma forma certa de o consumir

15:10 11 Outubro, 2026 13:07 11 Outubro, 2026

Um cardiologista alerta para um erro muito comum na utilização do azeite e explica qual deve escolher e como o deve consumir para aproveitar melhor as suas propriedades

Praia do Evaristo. Crédito: DR
Algarve

Nesta praia algarvia as falésias guardam marcas de quando o nível do mar estava a uma altura diferente da atual

12:10 11 Outubro, 2026 16:15 7 Outubro, 2026

Praia do Evaristo, em Albufeira, conserva nas arribas vestígios geológicos associados a antigas oscilações do nível do mar

Mulher a tirar dinheiro da carteira. Crédito: Freepik
Nacional

Preços podem subir mais do que o previsto em 2027: entidade independente deixa alerta aos portugueses

17:10 11 Outubro, 2026 13:13 11 Outubro, 2026

O Conselho das Finanças Públicas alerta que a inflação poderá superar os 2,3% previstos pelo Governo para 2027, aumentando a pressão sobre preços e o orçamento das famílias portuguesas

Bomba de gasolina.
Auto

Misturar gasolina simples com aditivada faz mal ao motor? Há uma regra que deve respeitar

12:30 11 Outubro, 2026 13:32 10 Outubro, 2026

Gasolina simples e aditivada podem ser colocadas no mesmo depósito sem prejudicar o motor, desde que respeitem estas especificações

Mulher a segurar uma vitamina. Crédito: Magnific
Saúde

Passou dos 50? Há uma vitamina que pode estar a faltar sem dar sinais evidentes

11:00 11 Outubro, 2026 12:05 11 Outubro, 2026

Depois dos 50 anos, o organismo pode deixar de absorver um nutriente essencial da mesma forma. Conheça os sinais e onde o encontrar

Banca com fruta. Crédito: Freepik
Gastronomia Saúde

É barato, está na época e faz bem ao cérebro, coração e intestino: nutricionistas recomendam este alimento

10:30 11 Outubro, 2026 09:30 11 Outubro, 2026

Um alimento do outono de preço acessível concentra fibras e compostos vegetais associados à saúde intestinal, cardiovascular e cerebral

Opinião Saúde

A saúde dos nossos ossos, músculos e articulações | Por Carlos Carneiro 

07:30 11 Outubro, 2026 19:14 6 Outubro, 2026

"Existe ainda a ideia pré-concebida de que a doença reumática é um mal inevitável do envelhecimento — a famosa 'dor nos ossos' que afeta apenas as pessoas mais idosas quando o tempo muda"

Vida & Lazer

Tempera o tomate e come logo a seguir? Cozinheiros recomendam esperar estes minutos antes de o servir

20:30 10 Outubro, 2026 16:30 10 Outubro, 2026

Temperar o tomate e servi-lo imediatamente pode não ser a melhor opção. Cozinheiros recomendam deixá-lo repousar entre cinco e dez minutos

Via verde. Crédito: DR
Auto, Nacional

Tem Via Verde? Este gesto de dois minutos pode reduzir o valor que paga quase para metade

19:30 11 Outubro, 2026 13:29 11 Outubro, 2026

Uma alteração simples permite poupar até seis euros por ano na Via Verde e, numa das modalidades, deixa o preço quase a metade

Praia da Fuseta-Ria, também conhecida como Praia dos Tesos.
Algarve, Cultura

Escreve-se “Fuseta” ou “Fuzeta”? Saiba qual é a designação administrativa oficial

19:40 11 Outubro, 2026 16:10 8 Outubro, 2026

As duas grafias aparecem em documentos e referências locais, mas Fuseta é a designação administrativa oficial da freguesia

Algarve

“Caminharam sempre lado a lado”: Casal de 90 e 94 anos morre com um dia de diferença no Algarve

09:30 10 Outubro, 2026 22:57 9 Outubro, 2026

Depois de uma vida inteira lado a lado e da perda de quatro filhos, o casal faleceu com poucas horas de diferença em São Bartolomeu de Messines

Vista aérea da Ria Formosa.
Algarve, Cultura

Já ouviu a expressão “Passar as passas do Algarve”? Conheça o significado e a origem que remete para o sul do país

09:20 10 Outubro, 2026 13:45 6 Outubro, 2026

A conhecida expressão portuguesa é usada para descrever momentos de grande dificuldade e tem uma explicação tradicional associada ao Algarve

Nacional

Milhares saem à rua em Lisboa contra o custo de vida: “Não dá mais para viver assim”

18:30 10 Outubro, 2026 18:14 10 Outubro, 2026

O aumento das rendas, os preços dos alimentos e as dificuldades em pagar as contas levaram milhares de pessoas às ruas de Lisboa

Dia de chuva e vento fortes. Crédito: Foto AI
Tempo

Frente fria chega nas próximas horas e IPMA emite aviso amarelo: estas serão as horas mais críticas nesta região

17:00 11 Outubro, 2026 14:29 11 Outubro, 2026

Uma frente fria chega aos Açores nas próximas horas e já levou o IPMA a emitir avisos. Numa das ilhas podem cair cerca de 50 mm de chuva em apenas sete horas

Pessoas na rua em dia de chuva. Crédito: Freepik AI
Tempo

Calor acima dos 30 ºC mantém-se em Portugal, mas há uma mudança à vista: chuva pode regressar neste dia

06:00 11 Outubro, 2026 13:21 10 Outubro, 2026

Portugal deverá continuar com temperaturas acima da média nos próximos dias, mas os modelos já sinalizam uma mudança com o regresso da chuva

Médico no consultório. Crédito: Freepik
Saúde

Este pode ser um dos primeiros sinais de doença nos rins e muita gente desvaloriza

09:20 10 Outubro, 2026 17:39 9 Outubro, 2026

Doenças renais podem evoluir sem sintomas durante muito tempo, mas há um sinal aparentemente inofensivo que pode justificar atenção

Mulher a temperar uma refeição com azeite.
Vida & Lazer

Cardiologista avisa que 90% das pessoas comete este erro com o azeite: há uma forma certa de o consumir

15:10 11 Outubro, 2026 13:07 11 Outubro, 2026

Um cardiologista alerta para um erro muito comum na utilização do azeite e explica qual deve escolher e como o deve consumir para aproveitar melhor as suas propriedades

Praia do Evaristo. Crédito: DR
Algarve

Nesta praia algarvia as falésias guardam marcas de quando o nível do mar estava a uma altura diferente da atual

12:10 11 Outubro, 2026 16:15 7 Outubro, 2026

Praia do Evaristo, em Albufeira, conserva nas arribas vestígios geológicos associados a antigas oscilações do nível do mar

Mulher a tirar dinheiro da carteira. Crédito: Freepik
Nacional

Preços podem subir mais do que o previsto em 2027: entidade independente deixa alerta aos portugueses

17:10 11 Outubro, 2026 13:13 11 Outubro, 2026

O Conselho das Finanças Públicas alerta que a inflação poderá superar os 2,3% previstos pelo Governo para 2027, aumentando a pressão sobre preços e o orçamento das famílias portuguesas

Bomba de gasolina.
Auto

Misturar gasolina simples com aditivada faz mal ao motor? Há uma regra que deve respeitar

12:30 11 Outubro, 2026 13:32 10 Outubro, 2026

Gasolina simples e aditivada podem ser colocadas no mesmo depósito sem prejudicar o motor, desde que respeitem estas especificações

Mulher a segurar uma vitamina. Crédito: Magnific
Saúde

Passou dos 50? Há uma vitamina que pode estar a faltar sem dar sinais evidentes

11:00 11 Outubro, 2026 12:05 11 Outubro, 2026

Depois dos 50 anos, o organismo pode deixar de absorver um nutriente essencial da mesma forma. Conheça os sinais e onde o encontrar

Banca com fruta. Crédito: Freepik
Gastronomia, Saúde

É barato, está na época e faz bem ao cérebro, coração e intestino: nutricionistas recomendam este alimento

10:30 11 Outubro, 2026 09:30 11 Outubro, 2026

Um alimento do outono de preço acessível concentra fibras e compostos vegetais associados à saúde intestinal, cardiovascular e cerebral

Opinião, Saúde

A saúde dos nossos ossos, músculos e articulações | Por Carlos Carneiro 

07:30 11 Outubro, 2026 19:14 6 Outubro, 2026

"Existe ainda a ideia pré-concebida de que a doença reumática é um mal inevitável do envelhecimento — a famosa 'dor nos ossos' que afeta apenas as pessoas mais idosas quando o tempo muda"

Vida & Lazer

Tempera o tomate e come logo a seguir? Cozinheiros recomendam esperar estes minutos antes de o servir

20:30 10 Outubro, 2026 16:30 10 Outubro, 2026

Temperar o tomate e servi-lo imediatamente pode não ser a melhor opção. Cozinheiros recomendam deixá-lo repousar entre cinco e dez minutos

Últimas Notícias

  • Escreve-se “Fuseta” ou “Fuzeta”? Saiba qual é a designação administrativa oficial
    Escreve-se “Fuseta” ou “Fuzeta”? Saiba qual é a designação administrativa oficial
  • Tem Via Verde? Este gesto de dois minutos pode reduzir o valor que paga quase para metade
    Tem Via Verde? Este gesto de dois minutos pode reduzir o valor que paga quase para metade
  • Tavira com 10€ no ‘bolso’: veja o que pode fazer
    Tavira com 10€ no ‘bolso’: veja o que pode fazer
  • Farense vence Feirense por 2-1 e sobe ao pódio
    Farense vence Feirense por 2-1 e sobe ao pódio
  • Preços podem subir mais do que o previsto em 2027: entidade independente deixa alerta aos portugueses
    Preços podem subir mais do que o previsto em 2027: entidade independente deixa alerta aos portugueses

Opinião

  • A saúde dos nossos ossos, músculos e articulações | Por Carlos Carneiro 
    A saúde dos nossos ossos, músculos e articulações | Por Carlos Carneiro 
  • Podemos perder a Constituição sem rasgar uma página | Editorial de Henrique Dias Freire
    Podemos perder a Constituição sem rasgar uma página | Editorial de Henrique Dias Freire
  • Doença hepática: porquê referenciar para cuidados paliativos? | Por Hugo Oliveira
    Doença hepática: porquê referenciar para cuidados paliativos? | Por Hugo Oliveira

Europe Direct Algarve

  • Eurocidade do Guadiana leva projeto desportivo a encontro internacional em Itália
    Eurocidade do Guadiana leva projeto desportivo a encontro internacional em Itália
  • Cidades europeias apoiam Plano de Habitação Acessível, mas exigem mais poderes para proteger os bairros | Por João Palmeiro
    Cidades europeias apoiam Plano de Habitação Acessível, mas exigem mais poderes para proteger os bairros | Por João Palmeiro
Há um novo Postal nas bancas com o Expresso
Seguir
  • Ficha técnica e contactos
  • Estatuto editorial e política de privacidade
Configurações de privacidade
©2026 Postal